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Em 1º de setembro de 2015, mesmo dia em que o lançamento da versão 45 do navegador Google Chrome encerrou a compatibilidade com plugiins NPAPI (em especial Oracle Java e Microsoft Silvelight), a Google lançou uma atualização da identidade visual de sua logomarca, incluindo novo ícone.

Logotipo Google

Google Logotype

Um logotipo em fonte sem serifa mantendo a sequência multi-cor característica da Google.

Google dots

Google Dots

Uma destilação dinâmica do logotipo para momentos interativos, assistivos e transicionais.

Ícone Google G

Google G

Uma versão compacta do logo Google que funciona em pequenos contextos, como ícone.

Para saber mais:

Ilustração do Heartbleed Bug do OpenSSL

Fazia tempo que não se ouvia falar tanto de uma vulnerabilidade de segurança tão séria e de tão grande impacto na Internet.

O Projeto OpenSSL mantém o software livre que implementa os protocolos Secure Sockets Layer (SSL v2/v3) e Transport Layer Security (TLS v1), incluindo biblioteca de criptografia forte, utilizado por aproximadamente dois terços de todos os sites seguros da Internet, aqueles com endereço iniciado por “https:” e com o famoso cadeado exibido nos navegadores web. Inclusive, em 2007 o OpenSSL foi homologado como padrão de segurança pelo governo dos Estados Unidos, FIPS PUB 140-2.

Um bug no recurso denominado Heartbeat (em português literal, Batimento Cardíaco) do protocolo TLS implementado no OpenSSL, apelidado “Heartbleed” Bug (Falha do “Sangramento no Coração”), pode revelar até 64 Kbytes da memória do servidor web para um cibercriminoso. A falha é muito grave porque, além de afetar boa parte dos sites seguros na internet rodando uma versão vulnerável do OpenSSL, é um bug fácil de explorar e não deixa rastros (ou seja, não há uma maneira garantida de saber se um servidor foi atacado através dessa falha nem que dados podem ter vazado).

O bug foi comunicado ao time de segurança da OpenSSL por Neel Mehta da Google Security, em 1º de abril (e não é mentira!). Afeta OpenSSL releases 1.0.1 até 1.0.1f e 1.0.2-beta1. Usuários (em geral, administradores de sites) da biblioteca OpenSSL afetados devem atualizar para a versão 1.0.1g, lançada em 7 de abril, ou recompilar OpenSSL com a opção -DOPENSSL_NO_HEARTBEATS. A série 1.0.2 está sendo corrigida no release 1.0.2-beta2. A versão 1.0.1 foi lançada em março de 2012, o que significa que sites e produtos que tenham adotado OpenSSL 1.0.1 com a extensão Heartbeat ativada podem ter estado vulneráveis nos últimos dois anos.

Entre os grandes sites de serviço afetados está Yahoo (incluindo serviços populares como Yahoo Mail, Flickr e Tumblr). A recomendação a todo usuário do Yahoo é alterar a senha da sua conta.

Os mais desconfiados recomendam que os usuários alterem também a senha de sua conta em outros sites, como Google, Facebook e Dropbox. Em nota no seu blog oficial, a LastPass divulgou que embora seu site tenha estado afetado pelo bug, os dados nas contas de seus usuários estão seguros porque são criptografados no computador cliente, antes de transitar na rede via SSL/TLS, com uma chave secreta do usuário que os servidores da LastPass nunca recebem.

Como uma das informações que pode ter vazado pelo Bug Heartbleed é a chave secreta do próprio certificado digital SSL do site https afetado, a recomendação dos especialistas para os administradores destes sites é que revoguem o certificado utilizado no site até o dia em que corrigirem a vulnerabilidade, e emitam um novo certificado. De fato, um levantamento do SANS Institute no InfoSec Handlers Diary Blog mostra que entre os dias 7 e 12 de abril, houve um crescimento substancial de certificados SSL revogados em 16 grandes autoridades certificadoras (CAs / ACs).

Grandes empresas fornecedoras de produtos para Internet, como F5 Networks e Cisco, também divulgaram alertas de seguranças em seus produtos que utilizam OpenSSL.

O blog do fornecedor de antivírus e produtos de segurança Kaspersky indica uma ferramenta simples que testa on-line se um servidor web https tem a vulnerabilidade Heartbleed ou não, basta digitar o endereço do site:
https://filippo.io/Heartbleed/ – Test your server for Heartbleed (CVE-2014-0160).
A LastPass também lançou um serviço de verificação:
https://lastpass.com/heartbleed/ – LastPass Heartbleed checker

O blog Fox-it ainda indica uma extensão para o navegador Google Chrome que exibe uma alerta se você acessar um site afetado pelo bug Heartbleed:
Chrome Web Store – Chromebleed

Referências:

A tipificação específica de crimes cibernéticos no Código Penal brasileiro vem sendo debatida e proposta há mais de dez anos, sempre com polêmica e, até então, sem resultar em lei. No passado, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi relator de projeto de lei que tipificava vários crimes cibernéticos e ficou conhecido como “Lei Azeredo”. Eu ja havia abordado o assunto aqui no blog em 2007.

Mas como tudo no Brasil só gira em torno de celebridades e manchetes, o tema só decolou após o roubo de 36 fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann, que foram parar na internet. A polícia identificou quatro suspeitos de terem roubado as fotos do computador da atriz. Como ainda não há definição no Código Penal de crimes cibernéticos, os envolvidos foram indiciados por crimes convencionais como furto, extorsão e difamação.

Agora, a proposta apresentada em 2011 pelos deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Luiza Erundina (PSB-SP), Manuela D’Ávila (PC do B-RS), João Arruda (PMDB-PR), além do suplente Emiliano José (PT-BA) e do atual ministro do Trabalho Brizola Neto (PDT-RJ), com o objetivo de substituir o projeto de Azeredo, foi aprovada e sancionada sem vetos pela Presidente Dilma Rousseff em 30 de novembro, como a Lei nº 12.737, publicada no D.O.U. de 03/12/2012 e conhecida como Lei “Carolina Dieckmann”.

A nova lei acrescenta artigos ao Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940), tipificando como crime: Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita:
Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.”

Pelo parágrafo primeiro, “na mesma pena incorre quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde dispositivo ou programa de computador com o intuito de permitir a prática da conduta definida no caput.”

Outro artigo acrescido define, porém, que só se procede com ação penal nesse tipo de crime mediante representação do ofendido, salvo se o crime for cometido contra a administração pública, qualquer dos Poderes da República e empresas concessionárias de serviços públicos. Ou seja, se o ofendido (particular) não denunciar o crime, nada acontece.

A lei define também condições de agravamento dos crimes, e faz outras duas tipificações criminais. Primeiro, inclui no Art. 266 do Código Penal (Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico ou telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública) quem “interrompe serviço telemático ou de informação de utilidade pública, ou impede ou dificulta-lhe o restabelecimento”.

E, no Art. 298 do Código Penal (Falsificação de documento particular), tipifica a falsificação de cartão, acrescentando parágrafo que define “Para fins do disposto no caput, equipara-se a documento particular o cartão de crédito ou débito.”

Em matéria no portal de notícias G1 da Globo.com, advogados especializados em crimes digitais ressaltam um ponto importante da nova lei. Como deve haver “violação de mecanismo de segurança”, invadir um computador sem antivírus nem firewall ativos, ou uma rede sem fio aberta sem ao menos uma senha definida, pode não caracterizar violação. Ou seja, se seu computador/tablet/smartfone/etc. é uma porta aberta sem nenhuma segurança ou proteção, nem essa lei dará amparo. Por isso, como sempre digo, proteja-se!

Para saber mais:

Atualizei hoje o artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript, com a revisão 24.

Nos últimos 30 dias, cinco das seis impressoras PDF gratuitas avaliadas disponibilizaram atualizações. Só ficou de fora o FreePDF, cuja última atualização foi em agosto de 2011. Até o CutePDF Writer, que não lançava atualização desde a versão 2.8 em agosto de 2009, distribuiu agora a atualização 3.0 compatível com Windows 8 e com suporte a GPL Ghostscript tanto 32 quanto 64 bits.

De ruim, a expansão da oferta de produtos patrocinados (adware) nos instaladores. Nesta atualização, o CutePDF Writer passou a oferecer a instalação da ASK Toolbar, e o PDFCreator passou a oferecer não apenas um, mas a instalação de dois adwares.

O link sobre o uso da biblioteca adware OpenCandy no PrimoPDF ficou inválido. Não pude afirmar se este software ainda usa ou não a biblioteca, mas por via das dúvidas, deixei o aviso anterior sobre possível adware incluso. A propósito, vi no rodapé da página do PrimoPDF o discreto link PrimoPDF Source, onde pode-se baixar um ZIP com todo o projeto de fontes VisualBasic do utilitário; por isso, alterei seu tipo de licenciamento de freeware para código aberto.

Aproveitei para corrigir links desatualizados que estavam referenciados no artigo.

Em release de impressa de 13 de junho de 2012, a Oracle anunciou que está concluindo o teste de certificação das versões mais recentes de seus softwares servidores de banco de dados e middleware no Oracle Linux 6 e Red Hat Enterprise Linux 6.

Notícias:

  • O Oracle Database 11g Release 2 (R2) e o Oracle Fusion Middleware 11g Release 1 (R1) estarão disponíveis no Oracle Linux 6 com o Unbreakable Enterprise Kernel.
  • O Oracle Database 11g R2 e o Oracle Fusion Middleware 11g R1 estarão disponíveis no Red Hat Enterprise Linux 6 (RHEL6) e no Oracle Linux 6 com Red Hat Compatible Kernel em 90 dias.
  • A Oracle oferece suporte direto aos clientes Linux que executam o RHEL6, o Oracle Linux 6 ou uma combinação de ambos.
  • O Oracle Linux continuará mantendo a compatibilidade com o Red Hat Linux.
  • A Oracle oferece gratuitamente, com disponibilidade imediata, seus binários do Linux compatíveis com o Red Hat, atualizações e correções em http://public-yum.oracle.com. Veja os termos, as condições e as restrições cabíveis.

Fonte: Sala de Imprensa da Oracle Brasil: Oracle anuncia a certificação do Oracle Database no Oracle Linux 6 e Red Hat Enterprise Linux 6, Redwood Shores, Califórnia – 11 de junho de 2012 (Press Release original em inglês).

Sobre o Oracle Linux:

A distribuição Oracle Linux é livre para download, uso e distribuição. Disponível como código aberto, Oracle Linux é totalmente compatível — tanto fonte quanto binário — com Red Hat Enterprise Linux. Um white paper independente do Edison Group, “Oracle Linux: True Enterprise-Quality Linux Support” inclui resultados de teste de laboratório que demonstram esta real compatibilidade. Oracle Linux é certificado para conformidade com o padrão Linux Standard Base (LSB), que reduz as diferenças entre distribuições Linux individuais e reduz significativamente os custos envolvidos em portar aplicações para diferentes distribuições, bem como diminui o custo e esforço envolvidos em suporte pós produção destas aplicações.

O Unbreakable Enterprise Kernel for Oracle Linux é um kernel de Linux otimizado para hardware e software Oracle.

Fonte: Oracle Linux Technical Information.

Para saber mais:

Coleta atualizada de análsies de mercado de produtos de TI por institutos de pesquisa, desde a postagem de meu artigo do ano passado.

Infraestrutura de Aplicações

Desde 2010, o mercado de servidores de aplicação corporativos está estável, com os líderes Oracle, IBM, Microsoft e Red Hat (JBoss). Nessa atualização em 2011, a Red Hat encosta cada vez mais nos outros três líderes. O quadrante mágico também foi “enxugado” da profusão de concorrentes de nicho e visionários que haviam em 2010.

Quadrante Mágico Gartner - Servidores de Aplicação Corporativos, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Servidores de Aplicação Corporativos, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Enterprise Application Servers, setembro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

Quadrante Mágico Gartner - Governança SOA, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Governança SOA, 2011

Fonte: Magic Quadrant for SOA Governance, outubro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

ESB Forrester Wave Q2 2011

Mercado de Enterprise Service Bus, 2º trimestre de 2011, Forrester Wave, Forrester Research.

Fonte: The Forrester Wave: Enterprise Service Bus, Q2 2011, por Ken Vollmer para profissionais de desenvolvimento e distribuição de aplicações, 25 de abril de 2011, reproduzido por Oracle.

ESB Reference Architecture Model

Enterprise Service Bus reference architecture model, Forrester Research, 2011.

Quadrante Mágico Gartner - Application Performance Monitoring, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Application Performance Monitoring, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Application Performance Monitoring, setembro 2011, Gartner, reproduzido por Quest Software, por CA, por Opnet.

Gerenciamento de Conteúdo

O cenário não mudou muito desde as análises dos institutos Forrester e Gartner no quarto trimestre de 2009 e do Gartner em novembro de 2010. Comparando os resultados dos dois institutos agora no final de 2011, vemos que ambos concordam na indicação de cinco líderes de mercado EMC, Oracle, IBM, OpenText e Microsoft. O excelente posicionamento de IBM e Oracle é similar nos dois gráficos; a diferença fica por conta do Forrester colocar OpenText e EMC em uma situação mais proeminente, e Microsoft no limiar inferior da liderança.

Forrester Wave - ECM, 4º trimestre 2011

Forrester Wave - ECM, 4º trimestre 2011

Fonte: The Forrester Wave – Enterprise Content Management, Q4 2011, novembro 2011, Forrester, reproduzido por Oracle.

O relatório Forrester Wave 2011 Q4 traz uma interessante figura que sintetiza os tipos de conteúdo e tecnologias relacionadas em gerenciamento de conteúdo corporativo (ECM):

Forrester Wave ECM 2011 Q4: Tipos de conteúdo e tecnologias

Forrester Wave ECM 2011 Q4: Tipos de conteúdo e tecnologias

O relatório completo também traz três gráficos de ondas adicionais segmentados por tipo de conteúdo: Fundamental, Negócios e Transacional.

Quadrante Mágico Gartner - ECM, 2011

Quadrante Mágico Gartner - ECM, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Enterprise Content Management, outubro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

O segmento específico de gerenciamento de conteúdo web mantém-se estável se comparado com as análises do Gartner em agosto de 2009 e em agosto de 2010. Oracle, OpenText, Autonomy, SDL e Sitecore se mantêm na liderança. Agora em novembro de 2011, surge a Adobe entre os líderes. IBM e Microsoft continuam fortes desafiantes nesse segmento.

Quadrante Mágico Gartner - Web CMS, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Web CMS, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Web Content Management, novembro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

Quadrante Mágico Gartner - Portais Horizontais, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Portais Horizontais, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Horizontal Portals, outubro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

Análise e Inteligência de Negócios, Armazém e Integração de Dados

O quadrante a seguir foca o segmento de ferramentas analíticas de negócios (business analytics) denominado Gestão do Desempenho Corporativo – Enterprise Performance Management (EPM) ou Corporate Performance Management (CPM).

Magic Quadrant for Corporate Performance Management Suites, March 2012

Quadrante Mágico Gartner – Suítes de Gestão de Desempenho Corporativo, 2012

Fonte: Magic Quadrant for Corporate Performance Management Suites, 19 de março 2012, Gartner, reproduzidor por Oracle.

Quadrante Mágico Gartner - Business Intelligence Platforms, 2012

Quadrante Mágico Gartner - Business Intelligence, 2012

Fonte: Magic Quadrant for Business Intelligence Platforms, fevereiro 2012, Gartner, reproduzido por Microstrategy, por Oracle, por Microsoft, por LogiXML, por Tableau.

Quadrante Mágico Gartner - Ferramentas de Qualidade de Dados, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Qualidade de Dados, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Data Quality Tools, julho 2011, Gartner, reproduzido por SAP [PDF], por Autonomic Resources.

Quadrante Mágico Gartner - Integração de Dados, 2011

Quadrante Mágico Gartner - Integração de Dados, 2011

Fonte: Magic Quadrant for Data Integration Tools, outubro 2011, Gartner, reproduzido por Oracle.

Quadrante Mágico Gartner - SGBD Armazém de Dados, 2012

Quadrante Mágico Gartner - SGBD Armazém de Dados, 2012

Fonte: Magic Quadrant for Data Warehouse Database Management Systems, fevereiro 2012, Gartner, reproduzido por Oracle.

Fonte: Oracle Press Release, Redwood Shores, Califórnia – 15 de agosto de 2011.

A Oracle anunciou a disponibilidade do Java Platform, Standard Edition 7 (Java SE 7), a primeira versão da plataforma Java sob administração da Oracle.

A versão Java SE 7 é o resultado do desenvolvimento que envolveu revisão aberta, compilações semanais e extensa colaboração entre engenheiros da Oracle e membros do ecossistema Java em todo o mundo por meio da comunidade OpenJDK e do Java Community Process (JCP).

O Java SE 7 oferece:

  • Mudanças na linguagem para ajudar a aumentar a produtividade dos desenvolvedores e simplificar as tarefas comuns de programação, reduzindo o volume de código necessário, esclarecendo a sintaxe e facilitando a leitura do código. (JSR 334: Project Coin)
  • Suporte aprimorado para linguagens dinâmicas (como, Ruby, Python e JavaScript), resultando em melhoria substancial no desempenho do JVM. (JSR 292: InvokeDynamic)
  • A nova API multicore-ready oferece aos desenvolvedores maior facilidade para detalhar falhas em tarefas que podem ser executadas em paralelo por números arbitrários de núcleos do processador. (JSR 166: Fork/Join Framework)
  • A interface de I/O (entrada/saída) completa para trabalhar com sistemas de arquivos permite acesso a uma ampla variedade de atributos de arquivos e oferece mais informações quando ocorrem erros. (JSR 203: NIO.2)
  • Novos recursos de rede (suporte a Transport Layer Security – TLS 1.2, pilha Windows Vista IPv6, Sockets Direct Protocol – SDP para stream de rede com conexões Infiniband em Solaris e Linux, Stream Control Transmission Protocol – SCTP em Solaris) e segurança (algortismos de criptografia curva-elíptica – ECC).
  • Suporte ampliado a internacionalização com Unicode 6.0 e Locale com suporte a IETF BCP 47 (Tags for Identifying Languages) e UTR 35 (Local Data Markup Language).
  • Versões atualizadas de várias bibliotecas (JDBC 4.1 e Rowset 1.1, pilha XML com JAXP 1.4, JAXB 2.2a, JAX-WS 2.2).
  • Melhorias para cliente desktop (pipeline gráfico Java2D baseado na extensão X11 XRender, Nimbus look-and-feel e componente JLayer para Swing, substituição do velho sintetizador de som pelo Gervill criado pelo Audio Synthesis Engine Project).

A compatibilidade do Java SE 7 com versões anteriores da plataforma preserva os conjuntos de habilidades dos atuais desenvolvedores de software em Java e protege os investimentos nesta tecnologia.

Os desenvolvedores interessados podem usar imediatamente o Java SE 7 e aproveitar o NetBeans IDE 7.0, o Eclipse Indigo com o plug-in Java SE 7 adicional ou o IntelliJ IDEA 10.5, compatível com os mais novos recursos da plataforma Java SE 7. O lançamento do suporte do Oracle JDeveloper para o JDK 7 está programado para acontecer ainda este ano.

Exemplos de nova sintaxe introduzida pelo Project Coin

Tipo String permitido em cada case da cláusula switch:

[sourcecode lang=”java” highlight=”3,5″]
switch(diaDaSemana)
{
case "segunda": msg = "Mais uma semana de trabalho"; break;
….
case "sábado": msg = "O fim de semana chegou"; break;
}
[/sourcecode]

Multicatch – várias exceções capturadas em um só catch:

[sourcecode lang=”java” highlight=”4″]
try {
String fileText = getFile(nomeArq);
//…
} catch (FileNotFoundException | ParseException | FileLockInterruptionException e) {
System.err.println("Erro ao abrir arquivo");
} catch (IOException iox) {
System.err.println("Erro ao processar arquivo");
}
[/sourcecode]

Sintaxe diamante simplificada:

De
[sourcecode lang=”java”]
Map<Filme, Trilha> m = new HashMap<Filme, Trilha>();
[/sourcecode]

Para
[sourcecode lang=”java”]
Map<Filme, Trilha> m = new HashMap<>();
[/sourcecode]

Estas foram algumas novidades na sintaxe, exemplificadas aqui. Existem outras.

Fatos e Números de Java

  • 97% dos desktops empresariais executam Java;
  • São feitos 1 bilhão de downloads de Java por ano;
  • Há nove milhões de desenvolvedores em todo o mundo;
  • É a linguagem de programação número um do setor (segundo TIOBE Programming Community Index);
  • Mais de três bilhões de dispositivos funcionam sob a tecnologia Java.

Para saber mais

Depois de uma ampla atualização em maio e de outra, mais leve, em junho, acrescentei agora em meu artigo PMBOK e o gerenciamento de projetos uma importante seção, sobre as Partes interessadas de um projeto.

Conforme citei em maio, esse era um tópico importante que faltava para cobrir os principais aspectos do gerenciamento de projetos.

Espero que o artigo agora esteja bastante completo para uma introdução abrangente, apresentando os conceitos e aspectos fundamentais de gerenciamento de projetos, voltado a iniciantes nesse tema. Ainda assim, o artigo buscou continuar didático, sintético e objetivo, cobrindo todo esse conteúdo em poucos tópicos e páginas de texto.

Para atualizar as referências sobre a Série de normas internacionais ISO/IEC 25000, Systems and software [product] Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE), no grupo sobre Engenharia de Software e Sistemas, revisei tão amplamente a página que ficou melhor dividir em uma página à parte da de Engenharia de Software:

Produto de Software – Qualidade, Métricas e Teste

Também atualizei o texto e referências do artigo Modelo de Qualidade de Software de McCall, com mais informação sobre a Série ISO/IEC 25000.

Quantas pessoas você conhece com cem anos de idade? Se essa meta de longevidade já é um desafio para o homem, mais ainda o é para empresas. Os números revelam o quanto isso é raro. Segundo análise da Standard & Poor’s Capital IQ para o noticiário USA TODAY, de um universo de mais de 5 mil empresas de capital aberto dos Estados Unidos, apenas 488 completaram 100 anos de idade, e somente 23 firmas americanas privadas (com declaração financeira auditada) tem 100 anos ou mais.

IBM 100 anos E é nesse raro universo que a IBM — International Business Machine — completou 100 anos de existência em 16 de junho de 2011.

Mais impressionante ainda é chegar ao centenário inteiríssima, com um valor de mercado de US$197 bi, o que faz da IBM atualmente a quinta empresa mais valiosa dos EUA — pouco atrás de Microsoft e bem à frente da Google (Financial Times US 500) –, e a 18ª no ranking anual Fortune 500 das maiores corporações da América para 2011 — a primeira no ramo de Tecnologia da Informação.

Quando se fala em tecnologia, a invenção do computador pessoal — ou Personal Computer, o famoso PC — pela IBM em 1981 já parece um passado remoto. Ter em 1913 sua máquina de tabulação Holerith em aplicação industrial, então, isso sim é história da tecnologia. E em 1917 a IBM chega ao Brasil, sendo a primeira filial fora dos Estados Unidos!

O senhor Thomas J. Watson assumiu a presidência da empresa em 1915. Em 1924, renomeou a empresa, de Computing Tabulating Recording Corporation (CTR) para International Business Machines (IBM). Seu lema sempre foi “THINK” (pense). A crença do senhor Watson é simples e profunda:

“Todos os problemas do mundo podem ser facilmente resolvidos, se as pessoas estiverem dispostas a PENSAR”.

Isso e muito mais está no vídeo IBM 100 × 100 (13 minutos), que pode ser visto legendado em português, em que 100 IBMers — com idades em ordem decrescente — contam fatos marcantes da empresa ocorridos no ano em que nasceram:


Fonte: IBM 100:100 x 100 — Um centenário de conquistas que mudaram o mundo (legendado em português), IBM Brasil em Youtube.

Em 100 anos de existência, a IBM soube evoluir não apenas a tecnologia mundial, mas o perfil da própria empresa, que passou pelas máquinas automáticas, grandes computadores, computadores pessoais e software, e hoje continua com produtos líderes de mercado, em famílias de software como Rational, WebSphere, Cognos, Tivoli, Lotus e FileNet, além de sistemas, servidores e storages de grande porte.

Parabéns IBM!

Para saber mais:

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