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Atualizei pela 18ª vez meu artigo Extensões para o navegador Firefox, revendo principalmente a compatibilidade de suporte das extensões listadas, em virtude do recém lançado — e cada vez mais rápido — Firefox 3.6.

A extensão IE Tab não suporta Firefox 3.6, mas decobri sua ramificação melhorada, Coral IE Tab, que além de suportar a versão mais recente de Firefox ainda recebeu otimizações e melhorias em relação ao IE Tab original.

Em substituição ao Tab URL Copier, agora indico a extensão CopyAllURLs, equivalente ao anterior e que suporta Firefox 3.6.

Na seção de Organização e Sincronização de Configurações, passei a listar o utilitário MozBackup. Tecnicamente não é uma extensão, é um utilitário à parte, mas é totalmente a propósito desta seção e é tão ou mais útil que extensões listadas no artigo.

Incluí as novas extensões Firecookie, CodeBurner e Firefinder, adicionais interessantes à extensão Firebug. Acrescentei também a extensão utilitária MeasureIt.

Desde 1996, fui cliente fiel da Bookpool.com, a livraria virtual americana inaugurada em 1994, que vendia livros técnicos de informática muito baratos — raríssimamente Amazon ou Borders batiam algum preço. Não obstante, Bookpool sempre teve a mais eficiente, infalível e rápida entrega internacional que já vi, através da DHL, tal que os livros chegavam dos Estados Unidos à porta de minha casa religiosamente em apenas três dias úteis!

Enquanto até hoje alguns sites de compra ainda pecam em quesitos básicos, a compra através do site da Bookpool há mais de 10 anos já era intuitiva, precisa e segura — design limpo e organizado, informações e passos claros e objetivos, sempre apresentando detalhes e confirmações, uso de HTTPS, envio de e-mails de notificação, rastreamento de entrega internacional, histórico de pedidos, lista de compras futuras.

O controle de estoque de cada livro era preciso, com a disponibilidade já exibida mesmo antes da compra. Quando uma compra era fechada contendo pelo menos um livro fora de estoque, o pedido ficava em espera. Durante essa espera, podia-se editar o pedido já concluído, adicionando ou excluindo livros.

Longa história

A Bookpool praticava descontos sobre o preço de capa (aquele sugerido pela editora, que nas editoras dos EUA costuma ser impresso na capa junto ao ISBN do livro) em geral entre 30 e 40%. Mas todo mês havia uma (às vezes mais) editora da qual os livros estavam em oferta especial, com descontos que já vi chegar a 51%.

A O’Reilly é a editora americana especializada em tecnologia da qual mais comprei livros, através da Bookpool.com. Os livros da O’Reilly costumam ter um animal como tema da capa, o que os geeks apelidam carinhosamente de “coleção parmalat” (lembra daquela promoção de bichinhos de pelúcia que fez muito sucesso no Brasil?).

O frete inicial para entrega no Brasil era de aproximadamente 30 dólares, caro para comprar apenas um livro. Mas o frete a cada livro adicionado ao pedido era pequeno (dependia do peso), de forma que com um pedido em torno de 8 a 10 livros o frete médio rateado já costumava ficar perto de 7 dólares por livro.

Assim, bastava reunir um grupo de fiéis amigos nerds, ver quem queria quais livros e fazer um pedido “conjunto” para, em poucos dias, estarmos todos nos deliciando com algum livro técnico recém lançado nos Estados Unidos, a um custo em geral mais barato que livros no Brasil, sem esperar lançar tradução nem muito menos sofrer com traduções horrorosas e falhas. O sonho de qualquer nerd, hehe.

A Bookpool recomendava, para pedidos ao Brasil, que não fosse ultrapassado o valor total 500 dólares em um único pedido (incluindo frete), para evitar problema com a alfândega brasileira. Na época áurea em que o dólar estava pareado com o real, a turma de nerds era grande e as novidades de livros tech eram muitas, chegamos a pesquisar no site da Receita Federal e descobrir que a isenção de impostos na importação de livros era até o limite de 3000 dólares por remessa, e fizemos um pedido que ultrapassou mil dólares! O difícil era a logística de distribuir os livros e de cobrar de todos da turma.

O fim

Fazia mais de um ano que eu não comprava na Bookpool.com. E o último email de ofertas que eu havia recebido deles fora em janeiro de 2009. Eis que hoje fui acessar o site e… tive uma infeliz surpresa: A loja virtual Bookpool.com se foi!

Pesquisando na internet, descobri neste post de Marc Hughes que o site foi subitamente desativado em 23 de março de 2009. Pelo cache do Google vi que o dono da Bookpool Chris Perleberg pos o domínio bookpool.com à venda em novembro e acabou por leiloá-lo entre os dias 08, 09 e 10 de dezembro passado.

Não encontrei explicação para o súbito encerramento do site. Pelo sucesso que tinha entre os aficcionados de informática no mundo afora, talvez até um dos gigantes como Amazon ou Barnes&Noble se interessaria em comprar o negócio da Bookpool. Os donos devem ter lá suas razões, paciência.

Então, como mais um dos inúmeros fãs — muito além de simples clientes — órfãos que a Bookpool deixou mundo afora, expresso aqui meu sincero obrigado pelo tempo em que operou com eficiência e seriedade, e meu saudoso adeus, Bookpool.com!

Continuo achando incrível a expansão do genialmente simples Twitter, que virou mania mundial — e como tudo que envolve internet, se espalha rapidamente entre os internautas no Brasil (inclusive eu).

O twitter combina características de rede social (site de relacionamentos) com “microblog” — este último combinação das características de blog, ao permitir a postagem de conteúdo pelos membros, com o de SMS, uma vez que as postagens devem ser curtas, não podendo exceder o limite de 140 caracteres cada.

A ideia parece relativamente simples, mas junta diversos conceitos e particularidades em uma combinação que tem se mostrado contagiante. Aos poucos, as pessoas e instituições vão descobrindo novas formas e objetivos de uso deste interessante serviço.

Microblog

A primeira característica essencial do Twitter é ser um microblog. Um usuário basicamente se inscreve no Twitter para:

  • Postar mensagens curtas, de até 140 caracteres cada.
  • Acompanhar as postagens de outros usuários.

O Twitter solicita cada postagem com a seguinte pergunta: “O que você está fazendo?” Isto indica que a ideia inicial do Twitter propõe que as pessoas postem “mensagens instantâneas” sobre o que fazem ao longo do dia. Mas cada um escreve o que bem entender em cada postagem.

Tem gente que realmente usa o Twitter como um diário instantâneo. Outros — indivíduos, empresas e meios de comunicação — preferem postar notícias e informações. Empresas podem usar o Twitter como canal de divulgação de ofertas, dicas e promoções, bem como relacionamento com seus clientes e fornecedores.

E, através dos simplórios recursos do Twitter em referenciar um usuário (através do símbolo arroba: @usuario) em uma postagem, e o de permitir enviar uma mensagem direta e privada a só um usuário, muita gente também utiliza o Twitter para trocar recados entre si, uma espécie de bate-papo não necessariamente em tempo real (já que o usuário referenciado ou destino não precisa estar utilizando o Twitter no momento, e pode ver a mensagem depois quando se conectar).

Rede social

A formação da rede social no Twitter difere um pouco de serviços existentes como Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e outros. Nestes, tipicamente cada usuário se vincula a outros mutuamente, criando seu grupo de “contatos” ou “amigos”. A característica essencial da criação do vínculo é que ele é mútuo entre cada dois usuários, isto é, um usuário solicita adicionar o vínculo a outro usuário, este outro usuário confirma/aprova, e a partir daí ambos ficam vinculados entre si.

Já no Twitter, cada vínculo é unidirecional/unilateral. Um usuário decide “seguir” outro qualquer, e a partir daí passa a acompanhar as postagens deste. Mas não há reciprocidade automática, isto é, um usuário pode seguir outro, independente desse último seguir o primeiro ou não. Cada usuário tem assim dois grupos de vínculos: o conjunto de usuários que ele escolheu seguir (following), e a lista dos usuários que o seguem (followers).

Entretanto, existem dois mecanismos reguladores. Primeiro, um usuário pode, uma vez identificado que tem um seguidor indesejado (por padrão, o Twitter notifica via e-mail um usuário quando alguém escolheu segui-lo), bloqueá-lo, desfazendo o vínculo criado pelo seguidor e impedindo que este estabeleça novamente o vínculo.

Segundo, o usuário pode ativar a opção de proteger suas postagens, de forma que: (a) para um usuário segui-lo, é preciso sua confirmação de aceite, embora o vínculo continue unidirecional; (b) suas postagens só podem ser lidas pelos seguidores aprovados.

O Twitter oferece também um novo recurso de listas. Cada usuário pode criar listas — públicas ou privadas — para organizar usuários que segue, de acordo com qualquer tema, rótulo ou característica de agrupamento que bem entender. Pode por exemplo criar uma lista de familiares, outra de colegas de trabalho, mais uma de colegas de escola, de especialistas em determinado assunto, de veículos de comunicação,… etc. Cada lista é um agrupamento ou (sub)conjunto arbitrário de usuários que você faz, permitindo exibir as postagens apenas daquele grupo de usuários quando selecionada. Um mesmo usuário pode constar em múltiplas listas.

Riscos de Segurança e Privacidade

Um risco de segurança enorme é que muitas pessoas embolam e confundem todos esses conceitos e recursos. Com isso, muitas vezes acabam postando conversas com assuntos privados em postagens públicas, e acabam inadvertidamente escancarando sua privacidade para o mundo!

Esse é um risco comum das ideias e serviços novos, pouco explorados e incipientes que vem surgindo na era da Web 2.0, da internet como canal interativo e social. Isso se agrava pelo fato da internet atingir bilhões de usuários de forma global, muitos deles despreparados tanto para lidar com a internet de forma proficiente, consciente e segura, quanto para compreender e utilizar adequadamente os serviços neste meio.

Outro risco também comum das redes sociais é que cada vez mais se tem acesso a conteúdo e informação de forma crua e direta, e de origens desconhecidas ou não confiáveis. É difícil se ter confiabilidade em “quem” realmente é cada usuário e no “o que” se recebe aos montes em milhões de mensagens. Boatos, mentiras e até golpes maliciosos podem ser rapidamente proliferados de forma difusa e semi-anônima.

Para combater um pouco o problema da confiabilidade da identidade dos usuários, o Twitter já realiza nos EUA — e tomara que isso aos pucos atinja outros países de forma ampla — um serviço de “certificação” de alguns usuários mais notórios, em geral celebridades e pessoas públicas — como o presidente americano Barak Obama — adicionando um selo de “conta verificada” a estes perfis.

Ferramentas

Por causa da simplicidade quase simplória dos recursos do Twitter, muitos outros serviços vão surgindo para complementar suas funcionalidades. Uma API disponibilizada pelo Twitter permite que esses serviços complementares se integrem e interajam com o Twitter, podendo autenticar um usuário e interagir com sua conta.

Um dos serviços mais comuns é o de encurtamento de URL. Como muitos URLs (endereços ou links) de internet são muito grandes e o Twitter tem o limite de 140 caracteres no texto total da mensagem, muitas vezes não há caracteres suficientes para se incluir um link extenso em uma mensagem, menos ainda se for um link acompanhado de uma frase ou descrição.

Por isso, a prática comum no Twitter é se utilizar um serviço chamado encurtador de URL (URL shortening). Existem diversos serviços gratuitos destes. Uma vez fornecido um endereço de internet, ele gera uma URL no site do encurtador com uma pequena sequência arbitrária de caracteres (em geral 4 a 6 letras e números), que funciona como um atalho que redireciona automaticamente para o endereço original.

O próprio Twitter e outras aplicações que permitem postar mensagens no Twitter podem converter links escritos em uma mensagem para um endereço “encurtado”, utilizando um serviço de URL shortening. Eis alguns serviços encurtadores de URL:

  • TinyURL.com: pode gerar uma sequência arbitrária de caracteres para o atalho, mas também permite que você escolha/defina a sua.
  • migre.me: seu site tem interface também em português.
  • bit.ly
  • LC4.in: menos conhecido, também tem interface em português.
  • Ow.ly
  • dmoz Open Directory: listagem de serviços de redirecionamento e URL shortening.

Eis uma pequena lista de amostra de outros serviços complementares ao Twitter:

  • Twitpic: permite que se poste e mantenha imagens e fotos, que podem facilmente ser referenciadas em mensagens do Twitter.
  • Twibbon: permite que se crie uma campanha para se promover e divulgar uma causa ou tema qualquer no Twitter. Para isso, cria-se uma “selo”, uma imagem com transparência que pode ser sobreposta — como um rótulo ou bottom (ribbon) — à imagem de cada usuário que adere a tal causa/campanha.
  • TweetGrid: permite criar um painel de termos de pesquisa para ser atualizado em tempo real com postagens referentes do Twitter.
  • Twinester: permite criar grupos ou comunidades baseados no Twitter.

E existe uma infinidade de outros serviços e aplicações. Veja por exemplo os seguintes links:

  • Twitter Applications Downloads: lista de aplicações indicadas pelo próprio Twitter com alternativas para interagir com Twitter, seja para postar ou receber atualizações, através de celulares (inclusive o famoso iPhone), diretamente do Windows, Linux, MacOS, do navegador Firefox e muito mais.
  • Twitter Brasil: blog brasileiro sobre Twitter e o fenômeno dos microblogs.
  • TwitOAuth: galeria de aplicações conhecidas que se integram ao Twitter através da API de autenticação OAuth.
  • Twitter Fank Wiki - Apps: listagem de aplicações que interagem com Twitter.
  • HubPages - Useful Twitter Applications.
  • Optimize Your Tweet!: informações, dicas e ferramentas sobre Twitter.

Para saber mais

Algumas referências adicionais de informação sobre Twitter:

Em maio, comentei sobre a Fusões de gigantes também no mercado de ECM, quando ocorreu a compra da Vignette pela Open Text. Aproveitei para fazer um panorama atual sobre o mercado de Gestão de Conteúdo Corporativo (ECM).

Em 5 de agosto último saiu o Quadrante Mágico para Web Content Management (WCM) do Garner, para o mercado de gestão de conteúdo web (um segmento específico do ECM), de autoria dos analistas Mick MacComascaigh, Toby Bell e Mark R. Gilbert, Gartner.

ecm gartner quarante wcm 2009 - ECM Gartner Quadrante Mágico WCM 2009

Fonte: Gartner, agosto 2009, reproduzido por Oracle (Industry Analyst Reports sobre Oracle ECM/WCM).

A Oracle se posiciona este ano como líder, emparelhada com Autonomy, Open Text e SDL.

Irina Guseva comentou a análise em Parsing Gartner’s 2009 Magic Quadrant for Web Content Management em artigo para CMS Wire, 2009-08-10.

E ainda neste mês de setembro deve sair o novo relatório anual do Gartner com o Quadrante Mágico para ECM 2009. Vamos aguardar que alguma das principais empresas fornecedoras divulgue a análise para o público.

Em mais de 16 anos trabalhando com o ambiente de aplicações e conteúdo web, boa parte deles atuando ou cooperando na administração, já vivenciei muitos problemas.

Em geral, nada é mais atordoante do que o surgimento (súbito ou intenso) de algum evento ou reclamação de indisponibilidade ou erro em um ou mais serviços ou recursos. Em um ambiente complexo como este, interpretar os sintomas, rastrear até a origem, identificar a(s) causa raiz do problema e obter uma solução é missão ampla e complexa.

Some-se o fato de, cada vez mais, o ambiente web estar sendo cenário de sistemas e serviços de missão crítica e operação ininterrupta 24×7. Ou seja, é uma estressante corrida contra o tempo.

Por isso, elaborei aqui um checklist procurando listar todos os elementos envolvidos neste complexo ecossistema, para orientar e facilitar o diagnóstico de indisponibilidades no ambiente de serviços web.

  1. Problemas e sintomas
    1. O quê: Caracterização dos problemas: quais serviços, em que situação
    2. Quando: Data ou período de início de problemas observados ou reportados
    3. Como: Cada problema identificado pode ser reproduzido sistematicamente, ocorreu uma única vez, ou é intermitente?
  2. Usuário
    1. Indisponibilidade ou problemas de configuração no acesso do usuário
    2. Desktop usuário com problemas no navegador, no sistema operacional, instalação ou configuração de software
    3. Desktop usuário infectado por malware
    4. Desktop usuário com falhas ou defeitos de hardware
    5. Robôs de busca e varredura com atividade excessiva
    6. Invasores, ataques e usos indevidos ou mal-intencionados
  3. Aplicação
    1. Defeitos (bugs, inadequações ou ineficiência) no código da aplicação, inclusive SQL (consultas, stored procedures) submetido ao banco de dados
    2. Serviços ou aplicações web implantados ou atualizados no período
    3. Configurações e testes realizados em produção ou desenvolvimento
    4. Mudanças no contexto/cenário operacional
  4. Infraestrutura de Software
    1. Gargalos de configuração ou picos de ocupação (slots, threads, ouvintes)
      1. Proxy ou web cache
      2. Servidor web
      3. Servidor de aplicação (Java EE, .NET, PHP etc.), CMS/ECM, SOA, ESB, BPM e outros servidores de middleware
      4. Servidor de banco de dados
      5. Outros serviços, recursos e mecanismos envolvidos (autenticação, transação, armazenamento etc.)
    2. Incompatibilidade e falhas – atualizações e patches no período
      1. Serviços proxy, web, aplicação, banco de dados, outros
      2. Sistema operacional
      3. Java VM, ferramentas, componentes e bibliotecas
  5. Infraestrutura de Hardware e Rede
    1. Hardware dos servidores – Gargalos ou falhas
      1. Uptime - tempo “no ar” desde o último desligamento
      2. E/S (I/O): discos, partições e storage em geral
      3. CPU: carga, multitarefa, deadlocks, temperatura
      4. Memória e cache
    2. Equipamentos e configurações de rede e conectividade
      1. Gargalos e falhas de hardware nos equipamentos de rede e conectividade
      2. Falhas (mau contato, encaixe, desgaste, ruptura etc.), interferência ou insuficiência em cabeamento, conectores e sinal sem-fio
      3. Ativação e configuração de interfaces, rotas e domínios de rede
      4. Mudanças e atualizações de configuração de switches, roteadores, hubs etc.
      5. Mudanças e atualizações de firewall, IDS e outros appliances de rede, conectividade e segurança
    3. Transmissão de dados e telecomunicações
      1. Falhas ou indisponibilidade nos canais (links) de comunicação de dados
      2. Gargalos no tráfego, volume ou QoS de dados
    4. Gerenciamento de energia e ambiente
      1. Falhas ou instabilidade no fornecimento ou rede de energia
      2. Falhas em no-breaks, estabilizadores ou geradores
      3. Falhas ou insuficiência na refrigeração
      4. Falhas ou incidentes na estrutura física do ambiente
      5. Invasores, ataques e ação ou mal-intencionada na segurança física do ambiente
  6. Provedores de serviços e recursos
    1. Mudanças ou alterações diversas ocorridas em provedores externos

Os itens de diagnóstico aqui listados são, em geral, apenas os elementos a serem verificados, sem entrar em detalhe de como fazer o diagnóstico, pois isso pode variar muito de um ambiente para outro.

Entre os recursos de diagnóstico, destaco dois, presentes na maioria dos sistemas ou componentes de tecnologia:

  • Arquivos de log/registro/histórico de mensagens/avisos/alertas/erros
  • Console, ambiente ou ferramenta de administração, monitoramento e controle

Como a lista é grande, priorize a análise e o diagnóstico dos elementos para os quais haja indício provável — em especial, evento, registro ou alta probabilidade de incidente, falha, ou alteração recente –, deixando os menos suspeitos para o final. Como costumo dizer: “Não procure chifre em cabeça de cavalo.”

Referências relacionadas:

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