Sistemas operacionais


Estou tão corrido e sem tempo que fiz uma grande revisão no meu artigo sobre Gerenciamento de Projetos em 11 de julho (!) e só hoje vou comentar aqui.

Uma grande parte da revisão foi atualizar informações para a quinta edição do PMBOK. Desde o alinhamento com a norma ISO 21500, até as figuras e textos refletindo a incorporação da nova área de conhecimento “Partes Interessadas” e a revisão dos processos de GP, que passaram de 42 para 47.

Outra grande parte foi na última seção, que citava como referencial de organização para guias e boas práticas em gerenciamento de projetos apenas o IPMA, de origem européia (e sua afiliada brasileira ABGP). Agora são citados também o PRINCE2, de origem inglesa, e os métodos e ferramentas ágeis como Scrum, Kanban e Project Model Canvas (este último do brasileiro José Finocchio Júnior).

Confira o artigo atualizado: PMBOK e Gerenciamento de Projetos.

Ainda no assunto de atualização de artigos mas com bem menor abrangência, revisei hoje o artigo sobre criação de arquivos PDF a partir de conteúdo no Windows. Basicamente percorri os sites do Ghostscript e das impressoras PDF avaliadas, verificando suas versões atualizadas e novidades trazidas, como compatibilidade com o Windows 10, por exemplo.

Confira: Gerando PDFs com (ou sem) o Ghostscript.

Quando eu estou investigando a suspeita da presença de um novo malware (código malicioso), não detectado pelo antivírus instalado, em um computador com Windows, em geral eu costumo utilizar duas ferramentas muito simples e extremamente úteis, explicadas a seguir.

Sysinternals – Autoruns e Process Explorer

Windows Sysinternals é um conjunto de utilitários de sistema avançados para Windows, criados e evoluídos desde 1996 por Mark Russinovich, co-fundador da empresa Winternals Software. Em 2006, a Microsoft adquiriu a Winternals e desde então os utilitários Sysnternals estão integrados no portal Microsoft TechNet, e continuam disponibilizados gratuitamente.

Dois destes utilitários são muito úteis para auxiliar na busca de malware presente no computador:

  • Autoruns: Este programa exibe todas as entradas existentes de executáveis instalados para iniciar automaticamente no Windows, durante o Logon e nos muitos outros meios que o sistema operacional permite para isso. Uma característica típica de vírus, vermes e outros malwares que se instalam no computador é registrar-se para ser executado automaticamente sempre que o sistema é iniciado. Portanto, é muito provável que se existe um malware instalado, que ele apareceça na listagem do Autoruns. A forma mais comum dos malwares se registrarem é em uma entrada de Logon no Registro do Windows, tipicamente em HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run. Autoruns lista informações básicas listadas de cada entrada, como nome registrado, descrição, fornecedor, caminho do executável, data. Você pode se assustar com quanta coisa existe em execução automática no seu Windows. Contudo, identificar uma entrada suspeita em meio à listagem do Autoruns não é trivial, em geral requer experiência em reconhecer o que é típico e legítimo, como utilitários de drivers, utilitários de atualização automática de softwares idôneos (exemplos: atualizador do Adobe Reader ou do Java) e outros programas desejados em execução constante em segundo plano (exemplo: Google Chrome), configurados para executar assim que o Windows iniciar (muitas vezes são programas que tem um ícone na bandeja do sistema perto do relógio, na parte direita da barra de tarefas).
  • Process Explorer (procexp): Este utilitário exibe informações detalhadas sobre todos os programas/processos em execução, em tempo real. O Gerenciador de Tarefas nativo do Windows (acionado pela combinação de teclas Ctrl+Shift+Esc) exibe informações similares, mas de forma muito resumida. No Windows 8 o Gerenciador evoluiu muito em informações exibidas, mas ainda assim o Process Explorer é uma ferramenta bem mais poderosa e com muitos recursos exploratórios exclusivos, como busca por Handle/DLL, identificar um processo a partir de uma janela aberta, e exibição de todos os recursos criados ou abertos por um processo (arquivos, chaves de registro, eventos do sistema, threads etc.). Se um malware estiver em execução, ele aparecerá na lista do procexp. Contudo, assim como no Autoruns, identificar um processo suspeito dentre os programas em execução não é nada trivial.

Autoruns: Screnshot (origem: Microsoft TechNet).

Os utilitários Sysinternals são fornecidos na forma de executáveis simples (em geral, acompanhados de arquivos de ajuda e licença de uso), distribuídos em arquivos ZIP. Você pode baixar o Autoruns e o Process Explorer, ou o Sysinternals Suite contendo todos os utilitários disponíveis de uma vez só.

Sugiro descompactar em uma pasta como C:\sysinternals e adicioná-la ao Path de execução do Windows (Propriedades Avançadas do Computador > Variáveis de Ambiente) para manter estes utilitários prontos para uso no computador, e andar com eles atualizados em um pendrive para poder executar em um computador qualquer.

VirusTotal.com

O segundo passo uma vez identificado um executável suspeito ou provável malware é utilizar o serviço web gratuito VirusTotal.com. No uso mais básico, você pode enviar um arquivo para o VirusTotal e ele o analisa executando 57 (quantitativo no momento em que escrevo este artigo) programas antivírus e antimalware, atualizados e configurados em suas opções de busca mais amplas (inclusive técnicas heurísticas) mostrando quais deles detecta algo. O VirusTotal mantém uma base histórica das assinaturas hash de todos os arquivos já analisados pelo serviço, de forma que se você submete um arquivo já analisado ou uma assinatura, o VirusTotal oferece para exibir a análise mais recente disponível ou (em caso do arquivo) re-analisar.

Ou seja, praticamente se algum programa antivírus atualmente reconhece um executável suspeito que você tem como malware, o VirusTotal lhe traz essa informação. Espetacular!

Os dois juntos – Perfeito!

Agora vem o melhor. Desde janeiro de 2014 no Process Explorer e de janeiro de 2015 no Autoruns, existe integração destes programas com o serviço VirusTotal.com!

No Autoruns, por exemplo, você pode ir na opção de menu Options > Scan Options e marcar Check VirusTotal.com, para que o Autoruns automaticamente submete a assinatura hash de cada entrada listada ao serviço VirusTotal, e exiba os resultados em uma coluna da listagem, colorindo de vermelho se alguma entrada tiver detecção positiva para malware. A opção Submit Unknown Images, embora mais demorada, ainda permite enviar o arquivo ao VirusTotal caso a sua assinatura ainda não exista na base histórica de análises do serviço. Para facilitar ainda mais a busca apenas pelos suspeitos, a opção Options > Hide VirusTotal Clean Entries permite ocultar da listagem do Autoruns todos os executáveis que foram identificados como limpos no VirusTotal.com, exibindo apenas os que tiveram alguma detecção positiva e os desconhecidos (ainda não analisados pelo VirusTotal).

No Procexp, a integração com o VirusTotal se dá pela opção Options > VirusTotal.com > Check VirusTotal.com (e Submit Unknown Executables).

Com ferramentas simples e integradas assim, fica bem prático, fácil e rápido tentar detectar um malware em um computador, mesmo se não houver um bom antivírus instalado, bastando ter em mãos o Autoruns e o Procexp, e acesso internet para o VirusTotal.

O Painel de Controle do Windows (Programas e Recursos) exibe uma lista dos programas instalados, com informações como Editor (fornecedor/criador), data de instalação, tamanho e versão, e permite desinstalar individualmente programas.

Mas nessa interface gráfica não há uma maneira de exportar uma listagem (textual) destes programas. Se você precisar dessa informação, pode recorrer ao Windows Management Instrumentation Command-line (WMIC), disponível a partir do Windows XP.

  1. Abra uma janela de console ou Prompt de Comando do Windows, digitando “cmd” e [Enter] na caixa de pesquisa do menu iniciar, ou no menu Todos os Programas > Acessórios > Prompt de Comando.
  2. wmic [Enter]
  3. product get name,version [Enter]
  4. Aguarde até que o Windows gere a lista (pode demorar alguns minutos, se houver muitos programas instalados)
  5. Copie a lista para a Área de Transferência, com menu de contexto (botão direito do mouse) > Marcar, selecione a lista completa [Enter]
  6. exit [Enter] para sair do WMIC
  7. exit [Enter] ou feche a janela para sair do Prompt de Comando
  8. Cole (Ctrl+V) no Bloco de Notas ou no editor de texto de sua preferência, e salve o arquivo.

Para saber mais:

Ontem fiz uma considerável revisão no artigo Gerando PDFs com (ou sem) o Ghostscript.

Não foi apenas uma mera atualização de versões dos programas abordados, como em várias das revisões anteriores. Agora também reestruturei a organização dos tópicos e melhorei o conteúdo. Até o título mudou, na verdade. O anterior era “PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript”.

Após o quadro da seção 2, “Impressoras PDF comparadas”, explico melhor as opções da primeira seção, “Para os apressados”:

Na seção inicial “para os apressados” deste artigo, o doPDF é a primeira opção, por oferecer interface bem simples e não requerer nenhum software adicional. A alternativa seguinte é o FreePDF, bem completo em opções ao gerar PDF. O FreePDF requer o Ghostscript previamente instalado (à parte). O Bullzip Free PDF Printer tem uma gama de recursos similar ao FreePDF; apesar de uma interface com usuário muito boa, tem a limitação de uso para até 10 usuários em empresas. Não indiquei CutePDF, PrimoPDF ou PDF Creator por os três incluírem adware (opção de instalar algum software patrocinado por propaganda) na instalação.

“Gerar PDF a partir de LibreOffice ou Microsoft Office” agora é a seção 3, com dois subtópicos, um do LibreOffice e outro do MS Office.

Com essas melhorias, espero que o artigo continue atualizado e fique ainda mais claro e mais útil a todos!

Atualizei hoje o artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript, com a revisão 24.

Nos últimos 30 dias, cinco das seis impressoras PDF gratuitas avaliadas disponibilizaram atualizações. Só ficou de fora o FreePDF, cuja última atualização foi em agosto de 2011. Até o CutePDF Writer, que não lançava atualização desde a versão 2.8 em agosto de 2009, distribuiu agora a atualização 3.0 compatível com Windows 8 e com suporte a GPL Ghostscript tanto 32 quanto 64 bits.

De ruim, a expansão da oferta de produtos patrocinados (adware) nos instaladores. Nesta atualização, o CutePDF Writer passou a oferecer a instalação da ASK Toolbar, e o PDFCreator passou a oferecer não apenas um, mas a instalação de dois adwares.

O link sobre o uso da biblioteca adware OpenCandy no PrimoPDF ficou inválido. Não pude afirmar se este software ainda usa ou não a biblioteca, mas por via das dúvidas, deixei o aviso anterior sobre possível adware incluso. A propósito, vi no rodapé da página do PrimoPDF o discreto link PrimoPDF Source, onde pode-se baixar um ZIP com todo o projeto de fontes VisualBasic do utilitário; por isso, alterei seu tipo de licenciamento de freeware para código aberto.

Aproveitei para corrigir links desatualizados que estavam referenciados no artigo.

Em release de impressa de 13 de junho de 2012, a Oracle anunciou que está concluindo o teste de certificação das versões mais recentes de seus softwares servidores de banco de dados e middleware no Oracle Linux 6 e Red Hat Enterprise Linux 6.

Notícias:

  • O Oracle Database 11g Release 2 (R2) e o Oracle Fusion Middleware 11g Release 1 (R1) estarão disponíveis no Oracle Linux 6 com o Unbreakable Enterprise Kernel.
  • O Oracle Database 11g R2 e o Oracle Fusion Middleware 11g R1 estarão disponíveis no Red Hat Enterprise Linux 6 (RHEL6) e no Oracle Linux 6 com Red Hat Compatible Kernel em 90 dias.
  • A Oracle oferece suporte direto aos clientes Linux que executam o RHEL6, o Oracle Linux 6 ou uma combinação de ambos.
  • O Oracle Linux continuará mantendo a compatibilidade com o Red Hat Linux.
  • A Oracle oferece gratuitamente, com disponibilidade imediata, seus binários do Linux compatíveis com o Red Hat, atualizações e correções em http://public-yum.oracle.com. Veja os termos, as condições e as restrições cabíveis.

Fonte: Sala de Imprensa da Oracle Brasil: Oracle anuncia a certificação do Oracle Database no Oracle Linux 6 e Red Hat Enterprise Linux 6, Redwood Shores, Califórnia – 11 de junho de 2012 (Press Release original em inglês).

Sobre o Oracle Linux:

A distribuição Oracle Linux é livre para download, uso e distribuição. Disponível como código aberto, Oracle Linux é totalmente compatível — tanto fonte quanto binário — com Red Hat Enterprise Linux. Um white paper independente do Edison Group, “Oracle Linux: True Enterprise-Quality Linux Support” inclui resultados de teste de laboratório que demonstram esta real compatibilidade. Oracle Linux é certificado para conformidade com o padrão Linux Standard Base (LSB), que reduz as diferenças entre distribuições Linux individuais e reduz significativamente os custos envolvidos em portar aplicações para diferentes distribuições, bem como diminui o custo e esforço envolvidos em suporte pós produção destas aplicações.

O Unbreakable Enterprise Kernel for Oracle Linux é um kernel de Linux otimizado para hardware e software Oracle.

Fonte: Oracle Linux Technical Information.

Para saber mais:

Um erro bastante comum que vejo no uso de planilhas eletrônicas em cálculos financeiros e monetários é o tratamento incorreto de centavos na divisão não-inteira e cálculos com números fracionários com mais de duas casas decimais. Nesse artigo vou abordar o problema e soluções para tratá-lo adequadamente.

Problema: Formatação exibida × valor armazenado

Quando se trabalha com valores monetários (financeiros), é comum usar a formatação de número das células como “Moeda”, “Contábil” ou ainda “Número”, com duas casas decimais. Isso faz a planilha eletrônica exibir os valores sempre arredondados em duas casas decimais, para representar adequadamente os centavos.

Por padrão, essa precisão de casas decimais da formatação é usada apenas na exibição, mas o armazenamento e cálculos do valor usam toda a precisão que a planilha comporta (o Excel 2010, por exemplo, tem precisão máxima de 15 dígitos).

Se o valor da célula tem parte fracionária com mais de duas casas decimais — um caso típico é o resultado de uma divisão não inteira — mas apenas a exibição é formatada com duas casas decimais (para os centavos), isso pode resultar em divergências de arredondamento de centavos, quando esse valor é usado em cálculos.

Veja o exemplo, células das colunas B e C formatadas como moeda (duas casas decimais):

A B C
1 n v n*v
2 3 R$ 0,33 R$ 1,00
3 3 R$ 0,67 R$ 2,00
4 3 R$ 0,33 R$ 0,99
5 3 R$ 0,67 R$ 2,01

Por que aparentemente os cálculos nas linhas 2 e 3 são iguais aos das linhas 4 e 5, mas os valores resultantes da multiplicação (coluna C) são diferentes? Porque os valores armazenados nas células B2 e B3 são as fórmulas =1/3 (0,333333333333333) e =1/4 (0,666666666666667) respectivamente, enquanto nas células B4 e B5 são efetivamente 0,33 e 0,67.

Solução 1: Precisão de cálculo igual à exibição

Uma solução, fácil de aplicar mas que deve ser usada com muito cuidado, porque afeta globalmente a planilha eletrônica e faz com que valores digitados percam definitivamente a precisão de casas decimais excedentes, é utilizar uma opção do Excel que faz com que a precisão de cálculo seja igual ao exibido.

No Excel 2010:

  1. Clique na guia Arquivo, clique em Opções e, em seguida, clique na categoria Avançado.
  2. Na seção Ao calcular esta pasta de trabalho, selecione a pasta de trabalho desejada e, em seguida, marque a caixa de seleção Definir precisão conforme exibido.
  3. Selecione OK.

Observe que o Excel alerta que dados (digitados) perderão definitivamente a precisão (casas decimais excedentes ao exibido). Isso significa que se houvesse um valor digitado e armazenado como 0,666667 na célula formatada como 2 casas decimais, após ativada a opção o valor seria definitivamente convertido para 0,670000. Isso não afeta porém valores que são fórmulas como =2/3.

Referência: Ajuda do Excel 2010 – Alterar a precisão dos cálculos em uma pasta de trabalho.

Solução 2: Utilizar fórmulas de arredondamento

Outra forma de evitar/solucionar essa divergência é utilizar nas células fórmulas que explicitamente arredondem ou trunquem os valores armazenados para duas casas decimais. Existem várias fórmulas para isso. Peguemos o exemplo de tratar a fração a/b (por exemplo, 1/3 ou 2/3):

  • =ARRED(a/b;2) → Arredonda um número (primeiro parâmetro) até a quantidade especificada de dígitos (segundo parâmetro, no caso, 2 casas decimais). A regra de arredondamento é a comum: valor 5 em diante na casa decimal seguinte arredonda para cima, 0 a 4 para baixo (trunca).
  • =ARREDONDAR.PARA.CIMA(a/b;2) → Sempre arredonda um número para cima afastando-o de zero. Ou seja, “para cima” é aumentar o valor absoluto; no caso de valores negativos, -0,333 resulta em -0,34.
  • =TETO(a/b;0,01) → Arredonda um número sempre para cima, para o próximo múltiplo significativo (do segundo parâmetro, no caso, 0,01 = 1 centavo). Para números positivos, funciona igual a ARREDONDAR.PARA.CIMA.
  • TRUNCAR(a/b;2) → Trunca um número até a quantidade de casas decimais especificadas no segundo parâmetro (no caso, 2; se omitido assumiria o padrão 0, para truncar para inteiro).
  • =ARREDONDAR.PARA.BAIXO(a/b;2) → Arredonda um número para baixo, aproximando-o de zero.
  • =ARREDMULTB(a/b;0,01) → Arredonda um número para baixo até o múltiplo ou a significância mais próxima (segundo parâmetro, no caso, 0,01) É a função oposta a TETO.

Os mais comuns são arredondar (ARRED) ou truncar (TRUNCAR).

Referência: Ajuda do Excel 2010 – Arredondar um número.

Recentemente recebi divulgação do novo ambiente de desenvolvimento MyEclipse G, uma lançamento da Genuitec (produtora do MyEclipse) e Skyway Software que reúne ferramentas de desenvolvimento essenciais para as plataformas, frameworks e serviços de aplicações da Google.

MyEclipse G - Recursos

Fonte: MyEclipse G.

Observando a descrição do produto, pude refletir sobre a imensidão da abrangência de tecnologias que o Google tem disponibilizado, em pelo menos três grandes frentes:

  • Desenvolvimento de aplicações web: Frameworks como o Google Web Toolkit (GWT) (a home-page em português parece desatualizada, falando do GWT 1.7, enquanto a em inglês já destaca o GWT 2.3 mais recente) e Google Guice. O projeto GWT, além de ampla documentação, oferece para download: GWT SDK, com as bibliotecas essenciais e compilador que você precisa para escrever aplicações web; o Google Plugin for Eclipse que inclui no IDE Eclipse suporte para projetos GWT e GAE, além de uma versão simplificada do GWT Designer; Speed Tracer, uma extensão para o navegador Google Chrome que permite pontuar problemas de desempenho em aplicações web; e o GWT Designer standalone (full), um ambiente de desenho de Java GUI poderoso e bidirecional para criação visual de interfaces de usuário, assisência de layout e geração automática de código GWT.
     
  • Infraestrutura para execução de aplicações web: Google App Engine (GAE) permite que você execute seus aplicativos da web na infraestrutura do Google.
     
  • Plataforma para dispositivos móveis: Android: camada de software para celulares e tablets que inclui um sistema operacional, middleware e aplicações. O Android SDK, disponível no portal Android Developers, provê ferramentas e APIs necessárias para se iniciar o desenvolvimento de aplicações para a plataforma Android usando a linguagem de programação Java. Há também o Android Development Tools (ADT) Plugin for Eclipse IDE. As muitas milhares de aplicações disponíveis para Android, boa parte delas gratuitas, ficam disponíveis no Android Market (assim como o iPhone tem o Apple Store).

Isso fora o navegador web Google Chrome (dica: para obter o instaldor offline standalone, acrescente o parâmetro &standalone=1 na página de download) e o sistema operacional Google Chrome OS, baseado no sistema operacional Linux e totalmente voltado para Internet (Já ouviu falar no Chromebook?). Ambos são desenvolvidos através do projeto de software livre Chromium.

Todas as ferramentas oferecem ampla documentação. O Google ainda aproveita seus canais de mídia para divulgar informação, como os blogs no Blogger — GWT blog, GAE blog, Google Mobile blog, Official Google Blog, blog oficial Google Brasil — e o canal Google Developers de vídeos no Youtube. E ainda realiza o grande evento anual Google I/O.

Mesmo com a Microsoft tendo comprando a Skype em seu maior acordo de aquisição, por US$ 8,5 bi em maio último, estou achando que agora é a vez da Google “dominar o mundo” do software na era da Internet.

Ontem publiquei em meu site a revisão 20 do popular artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript.

Esta revisão traz as seguintes novidades:

  • Testadas e atualizadas as informações das versões mais recentes, até o momento, de Ghostscript (9.01) e dos utilitários de impressão PDF — doPDF 7.2.361, Bullzip PDF Printer 7.2.0.1304, PDF Creator 1.2.0.
  • Por causa da crescente popularização do uso de sistema operacional de 64 bits com Windows 7 e Vista, estão listadas mais claramente as duas opções de 32 e 64 bits para download do Ghostscript, bem como foi incluído um quadro explicativo de como identificar de quantos bits é o seu Windows.
  • Incluído um tópico detalhado (3.1) explicando como certificar-se que o tipo de papel está definido para A4, formato de papel padrão utilizado no Brasil.

Em 03 de dezembro foi lançada uma nova versão da impressora virtual PDF doPDF 7.2 build 353.

O que motivou o lançamento ser considerado pela empresa desenvolvedora um major update, passando de 7.1 para 7.2, foi a inclusão de um novo importante recurso. Agora o diálogo de Salvar Como permite selecionar a qualidade de imagens no arquivo PDF gerado: “Small file” (arquivo pequeno) ou “High quality images” (imagens em alta qualidade). As novas opções ainda não estão traduzidas para português nessa versão.

Cada uma das opções basicamente seleciona um mecanismo distinto de compressão de imagens para o documento PDF:

  • Compactação ZIP Normal para “Small file”;
  • Compactação Alta JPEG para “High quality images”.

O artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript foi revisado para contemplar a nova versão do doPDF.

Fonte: [Major update] doPDF 7.2.353 released, no doPDF Forum, por Softland, 2010-12-02.

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