Instalei o Firefox 4 Beta 8. Internamente, a nova versão do navegador trará muitas evoluções no motor Gecko 2.0 de processamento de páginas web, inclusive com suporte a HTML 5, e o novo mecanismo de JavaScript JägerMonkeyque promete ser mais rápido. Contudo, avalio aqui minhas primeiras impressões sobre novidades na interface do navegador.

Positivo A tela inicial mostra uma interface mais limpa e simplificada, maximizando o espaço disponível para exibição das páginas, como já fazem navegadores como Internet Explorer 8 e Google Chrome.

Positivo A barra de menu padrão some, e em seu lugar surge um botão “Firefox” no canto superior esquerdo que dá acesso ao novo estilo de menu de opções.

Pode-se perceber que o novo botão de menu é fortemente inspirado, para não dizer copiado, do Opera. compare na ilustração a seguir:

No detalhe a seguir, podemos perceber que os itens de menu que levam a submenus tem um comportamento dual: se você seleciona o texto do item de menu, é ativada a opção padrão daquele submenu; se selecionado o pequeno triângulo, abrem-se as opções do submenu.

Positivo Se você sentiu falta da barra de menu tradicional, há opção de exibi-la, bem como a barra de favoritos — abaixo da barra de navegação — e a nova barra de extensões — no extremo inferior da janela.

Negativo Já a barra de estado (status) que ficava na posição dessa barra de extensões foi extinta. Os controles adicionados por extensões passam a ser exibidos na barra de extensões, enquanto informações como o endereço (URL) de destino, quando se pousa o mouse sobre um link na página, passa a ser exibido em sequência na própria barra de endereço, como se pode ver na figura a seguir.

Negativo Esta mudança me parece bastante controversa. A barra de estado na parte inferior da janela é uma convenção de interface amplamente utilizada e assimilada pelos usuários. Até então no Firefox, ela exibia links destino, informações do andamento ao carregar páginas, e ainda aproveitava o mesmo espaço para exibir controles adicionados por complementos. Acho ruim fracionar a exibição dessas informações em locais distintos e distantes, dificultando o foco de visão do usuário. Além disso, acho que o espaço para exibir a URL da página atual e de um link de destino, no mesmo campo de endereço, é muito pouco, principalmente quando os endereços são extensos.

Há também a opção da barra de abas abertas ser exibida abaixo das barras de navegação e favoritos, bastando desmarcar a opção “Abas em cima”.

O botão de recarregar página (reload, F5) foi embutido à direita do campo de endereço, logo após o botão de adicionar/remover como favorito. Enquanto a página está carregando, este botão se torna a opção de interromper (stop, Esc).

Com a ausência da barra de estado na parte inferior da janela, a exibição do botão X de Interromper, na barra de endereço, e o ícone animado e texto da aba da página são os únicos indicativos visuais de que a página está sendo carregada. Serão suficientemente claro e informativos para este fim?

Positivo Se a barra de favoritos não está exibida, o botão de acesso rápido a todas as opções de favoritos (bookmarks) fica em um botão ao final da barra de endereço, à direita do botão de página inicial (home).

Negativo O acesso rápido à lista de histórico, ao voltar (back) ou avançar (forward) páginas com os botões de setas no início (esquerda) da barra de endereço, se dá mantendo pressionado (por mais de um segundo) um destes botões, ou clicando com o botão direito do mouse.

Há esse mesmo comportamento no navegador Google Chrome, mas considero pouco intuitivo. Prefiro a interface antiga do Firefox 3.x, similar à do Internet Explorer, em estilo list box, tendo à direita dos botões de navegação uma pequena seta para baixo que abre a lista de histórico como menu suspenso.

Se você deseja retornar a seta de menu drop-down à direita dos botões, há uma solução: instalar o complemento “Back/forward dropmarker add-on“.

Positivo Quando você preenche uma senha em um campo de formulário, o Firefox oferece para salvá-la no seu gerenciador de senhas através de uma nova forma de diálogo. Antes era uma nova barra que surgia acima da página. Agora, é com um balão que surge de um ícone à direita do campo de endereço.

Positivo E finalmente, acessível através de um novo botão no extremo direito da barra de abas, está o novo recurso de Grupo de abas.

É uma nova visualização de miniaturas de todas as abas abertas, organizadas em grupos. Diversos pulg-ins já adicionavam recurso similar em versões anteriores do Firefox. Esta é a proposta nativa do Firefox 4 para o usuário não se perder em meio a diversas abas abertas.

Nesta visualização inovadora, você pode criar grupos distintos de abas e navegar em apenas um grupo por vez, fechar uma aba (pela sua miniatura) ou um grupo inteiro de abas, ou selecionar uma miniatura para exibir a respectiva página.

Negativo Como o Firefox ainda está em beta, muitas de extensões (plug-ins) ainda não tem atualização compatível com a nova versão.

Positivo Por falar nisso, há uma nova interface também para os gerenciamento de Complementos, não mais exibida em uma janela de diálogo mas sim em uma aba.

Positivo A extensão Firefox Sync agora é parte integrante padrão do navegador, para sincronizar os favoritos, dados de formulário, senhas, histórico e abas abertas entre dispositivos e instalações do Firefox.

Positivo E pelo visto, um recurso introduzido desde o Firefox 3.6 mas que só agora constatei. Com a melhoria dos mecanismos internos de instalação de componentes, algumas extensões são ativadas imediatamente após sua instalação, sem a necessidade de reiniciar o Firefox.

Por hora, estas são as novidades perceptíveis nos primeiros minutos de uso da nova versão beta.

E você, caro leitor, está testando também o Firefox 4? Adoraria ver suas opiniões nos comentários deste artigo…

A equipe de tradução da Comunidade WordPress-BR concluiu e disponibilizou hoje a localização em português do Brasil para o WordPress 3.0.4.

WordPress é uma das mais populares, poderosas e eficazes plataformas de gerenciamento e publicação de conteúdo para sites do tipo blog (web log), como este aqui. Escrito em linguagem PHP orientada a objetos, o WordPress é software livre, amplamente utilizado e suportado pela comunidade, cheio de recursos e bastante extensível através de plug-ins de recursos e temas de personalização visual, livremente disponíveis em grande quantidade e variedade tanto no repositório oficial da WordPress.org quanto em outros sites.

A versão 3.0.4 é uma importante atualização de segurança, originalmente disponibilizada (em inglês) em 29 de dezembro de 2010. A atualização imediata é recomendada para todos os usuários do WordPress 3.0.x.

Enquanto isso, já está a caminho um novo ciclo de melhorias para a nova versão 3.1. O WordPress 3.1 Release Candidate 2 já está disponível para testes, trazendo ainda mais recursos e facilidades para esta plataforma.

Para saber mais:

Quando escrevi o artigo CSS para tabelas e listas de seleção HTML em 2004, ainda não havia nenhum navegador com suporte a CSS3 onde eu pudesse testar efetivamente recursos citados dessa versão do padrão de estilos.

Agora, pude validar os recursos citados no Mozilla Firefox 3.6, no Google Chrome (8.0) e no Apple Safari (5.0), todos rodando em Windows.

O estilo para linhas de tabela alternadas do CSS3 — tr:nth-child(even) — continuam não funcionado no Internet Explorer mesmo na versão 8, mas funcionou no Firefox e no Chrome.

Inclusive pude perceber um “bug” no artigo, pois eu havia aplicado o estilo explícito “even” (um recurso alternativo que propus para compatibilidade com os navegadores sem suporte a CSS3) nas linhas ímpares, e não nas pares como deveria.

O artigo foi revisado depois de 6 anos, para corrigir o bug e refletir as versões mais recentes dos navegadores testados.

Xmarks, popular serviço de sincronização de bookmarks (favoritos) — além de senhas, histórico de navegação e abas abertas — de navegadores internet, anunciou em final de setembro que o serviço teria de ser encerrado, com previsão de término em janeiro de 2011.

Apesar de ter conquistado mais de 4,5 milhões de usuários sincronizando mais de 1 bilhão de favoritos, o serviço gratuito não havia conseguido alavancar um negócio financeiramente viável. Em termos diretos: o dinheiro estava acabando.

Desde o anúncio do fim, as reações positivas foram se expandindo, a começar pela ampla comoção de uma legião de usuários fiéis, inclusive com um abaixo-assinado de mais de 30 mil usuários dispostos a pagar uma taxa anual pelo serviço.

Isso motivou a Xmarks a procurar interessados em comprar o negócio e garantir sua continuidade. Essa busca agora chegou a uma conclusão feliz.

Xmarks foi adquirida pela LastPass, mantenedores do muito popular gerenciador de senhas multi-plataforma LastPass.

Com isso, o serviço gratuito de sincronização do Xmarks será mantido.

Após a aquisição, foi criada também uma opção de assinatura Xmarks Premium. Por uma taxa anual de apenas US$ 12, conta com novos recursos como aplicação móvel para Android e iPhone, além de suporte prioritário.

Esse modelo de negócio chamado “freemium“, isto é, a existência de um serviço gratuito (free) com a opção de um serviço avançado premium pago (e por uma taxa bem razoável), é o que já vinha garantindo a sustentabilidade do LastPass, que já oferecia um serviço Premium pelo mesmo valor. Com a aquisição, agora é possível assinar o combo dos dois serviços Premium por USD$ 20, ou seja, desconto de $4 (16,6%).

Tanto Xmarks quanto LastPass possuem plug-ins de para uso do serviço em Firefox, Internet Explorer e outros navegadores. Suas versões Premium suportam dispositivos móveis, disponíveis para iPhone, Android, Firefox Mobile. Com os dois serviços sob mesma direção, além da manutenção dos serviços gratuitos já existentes, o futuro pode reservar ainda mais integração e recursos para os usuários.

Para saber mais:

Mauro Segura é líder de marketing e comunicação da IBM Brasil e blogueiro. Estudioso do tema redes sociais nas empresas, ele aborda frequentemente o assunto em seu blog AQO – A Quinta Onda – Comunicação e Comportamento na Era da Sociedade Digital.

Sua visão pessoal a respeito dos executivos não blogarem é tão simplista e direta que ele até se desculpa se decepciona alguém: — Os executivos não blogam porque eles têm coisas mais importantes para fazer. Tão simples quanto isso.

Em junho do ano ano passado, o site norte-americano UBERCEO — que cobre a “vida” dos CEOs, Chief Executive Officers de empresas — afirmou que a maioria dos 100 principais executivos do planeta não frequenta rotineiramente as redes sociais.

Segundo a pesquisa do UBERCEO, os principais motivos são os riscos que as redes podem trazer para a reputação da empresa, pelo vazamento de informações estratégicas, pela falta de conhecimento em como lidar com as redes e pela paranoica percepção de que o acesso livre às redes gera improdutividade do funcionário.

UBERCEO pesquisou comunidades como Facebook, Twitter, LinkedIn e Wikipedia. O resultado é que apenas 2 CEOs tinham contas no Twitter, 13 deles tinham perfis no LinkedIn, 81% não tinham página pessoal no Facebook e nenhum deles tinha um blog.

O próprio Mauro Segura fez uma pesquisa junto a CEOs de algumas empresas — divulgada também na revista Época Negócios de novembro 2010 (ano 4, número 45) — e apontou Dez motivos por que os executivos não blogam:

  1. Falta de tempo.
  2. Medo de entrar em discussões polêmicas.
  3. Percepção de que não é relevante.
  4. Insegurança de até onde vai a conversa.
  5. Insegurança para escrever.
  6. Risco de imagem.
  7. Vazamento de informação.
  8. Medo de dizer que não deu certo.
  9. Imagem perante os colegas executivos.
  10. A comunidade não está preparada.

Observando a lista de motivos, eu ousaria complementar a constatação de Mauro Segura. Com tantos receios e desconhecimento apontados pelos executivos ante às mídias sociais da internet, seu potencial e seus impactos, eles realmente não priorizam tempo a elas.

Recentemente, Mauro Segura abordou outros aspectos do tema em seu artigo CEOs perdem tempo nas redes sociais, 2010-12-07, que comenta uma matéria de Lucy Kellaway em sua coluna do Financial Times, reproduzida no jornal brasileiro Valor Econômico. O mote aí foi a pronta interação do presidente da Starbucks no Reino Unido, Darcy Willson-Rymer, com um consumidor no Twitter.

Seja como for, creio que as empresas brasileiras ainda estão muito longe de aproveitarem ampla e plenamente o potencial das redes sociais não só como elemento integrador e propulsor da comunicação interna, mas também como um canal mais direto e intimista com seus consumidores, parceiros e sociedade em geral.

Na era da internet, essa é uma fronteira à parte a ser galgada pelas instituições.

Para saber mais, no blog A Quinta Onda, por Mauro Segura:

Ofensiva seria represália a bloqueio de doações para o WikiLeaks.
Outros sites envolvidos com o caso também sofreram ataques.

Fonte: Hackers atacaram site da MasterCard, diz imprensa britânica
Do G1, com agências internacionais.

Hackers atacaram nesta quarta-feira (8) o site da empresa de cartões de crédito MasterCard, no que seria uma retaliação ao bloqueio de doações para o site WikiLeaks, segundo a BBC, o “Guardian” e outras publicações britânicas.

A empresa não comentou. O site estava fora do ar no final da manhã.

Um grupo chamado “Anonymous” havia ameaçado nesta semana atacar empresas que bloquearam o WikiLeaks — centro de polêmica após divulgar documentos da diplomacia dos EUA.

O grupo denuncia um suposto complô para “censurar” o WikiLeaks na web.

A notícia do G1 ainda cita outros ataques que podem estar relacionados a represálias em defesa do WikiLeaks, e apresenta um interessante infográfico interativo das principais revelações dos documentos diplomáticos dos EUA vazados pelo WikiLeaks, organizados no Mapa Mundi por países citados/relacionados.

O australiano Julian Assange, de 39 anos, fundador do site WikiLeaks, foi preso ontem (7) pela Polícia Metropolitana de Londres, na Grã-Bretanha.

Para saber mais:

Em 03 de dezembro foi lançada uma nova versão da impressora virtual PDF doPDF 7.2 build 353.

O que motivou o lançamento ser considerado pela empresa desenvolvedora um major update, passando de 7.1 para 7.2, foi a inclusão de um novo importante recurso. Agora o diálogo de Salvar Como permite selecionar a qualidade de imagens no arquivo PDF gerado: “Small file” (arquivo pequeno) ou “High quality images” (imagens em alta qualidade). As novas opções ainda não estão traduzidas para português nessa versão.

Cada uma das opções basicamente seleciona um mecanismo distinto de compressão de imagens para o documento PDF:

  • Compactação ZIP Normal para “Small file”;
  • Compactação Alta JPEG para “High quality images”.

O artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript foi revisado para contemplar a nova versão do doPDF.

Fonte: [Major update] doPDF 7.2.353 released, no doPDF Forum, por Softland, 2010-12-02.

Atualizações de versão nas impressoras virtuais PDF, que permitem gerar arquivos PDF a partir do comando imprimir em qualquer aplicativo Windows, motivaram mais uma revisão (18) do artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript.

Depois de mais de um ano do FreePDF 4.02 lançado em 06/09/2009, no dia 20 de outubro último foi lançada a atualização 4.04, que traz apenas algumas correções de bug e melhor compatibilidade com versões mais novas do Windows.

O doPDF está na versão de atualização 7.1.351, lançada em 20 de novembro, que apenas corrige bugs.

PDFCreator lançou a versão 1.1.0 em 21 de novembro. O incremento na numeração de versão indica que é o primeiro release desde a versão 1.0 que traz novos recursos, e não apenas correção de bugs.

Enquanto a versão 1.0.2 havia sido obrigada a fazer o downgrade do Ghostscript embutido para 8.70, porque o Ghostscript 8.71 apresentou problemas em tornar o texto pesquisável, o PDFCreator 1.1.0 inclui o Ghostscript 9.0, que funciona bem e ainda tem suporte melhorado a fontes TrueType. O novo sistema de fontes corrige problemas de espaçamento em algumas fontes, inclusive o Arial-Degree-Bug que fazia com que o símbolo de grau ficasse sobreposto aos caracteres seguintes.

O PDFCreator 1.1.0 ainda adiciona criptografia AES de 128 bits.

Seu instalador foi melhorado, e torna a atualização mais fácil, permitindo remover uma versão anterior do PDFCreator já instalada.

O novo instalador também traz um diálogo específico para que o usuário escolha ou não instalar a barra de ferramentas promocional PDFForge Toolbar, que direciona tráfego para uma empresa patrocinadora do projeto em página de Erro de DNS. Nas versão 1.0.2, a instalação da ferramenta era selecionada por padrão e a opção de não instalar ficava “escondida” como um dos componentes da instalação personalizada, que a maioria dos usuários nem atenta ou modifica. Isso fez o projeto ser classificado em muitos sites e serviços de segurança como ofensivo à privacidade e contendo código malicioso, pois modifica configurações de acesso e redireciona tráfego para um serviço comercial sem o consentimento prévio do usuário.

Os administradores do projeto esperam que o novo diálogo torne claro para o usuário como evitar a instalação da barra comercial ou desativá-la. Também explicam que a veiculação dessa barra provê aporte financeiro que ajuda a pagar custos de manutenção do projeto e, além disso, oferece o recurso útil de criar um arquivo PDF com apenas um clique a partir de qualquer página web.

Mesmo com as melhorias e atualizações da nova versão, o tamanho do instalador reduziu em torno de 400 KB, passando dos 17 MB do PDFCreator versão 1.0.2 para 16,6 MB nesta 1.1.

Em 11 de outubro passado, Oracle e IBM anunciaram que as empresas vão colaborar para acelerar a inovação da tecnologia Java, apoiando desenvolvedores e usuários através da comunidade aberta OpenJDK.

A IBM junta esforços à Oracle no projeto OpenJDK, que desenvolve de forma aberta e colaborativa a implementação de referência da especificação Java Platform, Standard Edition (Java SE), da Linguagem Java, do Java Development Kit (JDK) e do Java Runtime Environment (JRE).

Oracle e IBM vão apoiar o Roadmap de desenvolvimento do OpenJDK para o JDK 7, recentemente divulgado.

Já o Java Community Process (JCP) continuará sendo o foro principal de trabalho para os padrões da tecnologia Java, do qual ambas empresas já participam ativamente. IBM endossou a proposta da Oracle para Java SE 7 e Java SE 8 no JCP, que já tinha bom apoio da comunidade Java em geral.

Sendo Oracle — que adquiriu Sun e BEA — e IBM as duas maiores empresas propulsoras da tecnologia Java e fornecedoras de vasto portfólio de produtos e soluções baseadas nesta tecnologia, essa colaboração ameniza os temores e incertezas da comunidade sobre o futuro do Java após a aquisição da Sun, criadora do Java, pela Oracle. Além disso, um maior alinhamento entre as duas gigantes quanto ao desenvolvimento do Java SE deve realmente acelerar a evolução da tecnologia e o avanço das inovações.

Para saber mais:

  • IBM to join OpenJDK (em inglês), no blog de Mark Reinhold, Arquiteto Chefe do Java Platform Group na Oracle.

Um usuário do Windows ou algum programa pode alterar o ícone padrão (predefinido) de uma pasta. Isso em geral dificulta a identificação visual da pasta, principalmente quando se tratar de uma das pastas especiais do Windows, como “Documentos”, “Downloads”, “Imagens”, “Vídeos” (nas versões anteriores ao Windows Vista, estas pastas tinham o pronome Meus/Minhas) etc.

Um utilitário gratuito chamado WinBubble oferece, entre outros recursos úteis de diagnóstico, ajustes e configuração do Windows, uma opção fácil para restaurar o ícone ilustrativo original destas pastas.

  1. Baixe e instale o WinBubble, a partir do site “Unlock for Us”; role a página até encontrar os banners dos sites mirror do download: CNET Download.com, Major Geeks, Softpedia, Freeware Files, SnapFiles e outros.
  2. Abra o pacote ZIP baixado e execute o instalador do WinBubble (versão 2.0.37 à época deste artigo).
  3. Execute o WinBubble, pelo atalho WinBubbles instalado no Menu Iniciar ou na área de trabalho.
  4. Na aba “Icons”, encontre a pasta para a qual deseja restaurar o ícone padrão e clique no respectivo botão “Restore” (o “X” laranja em frente ao nome da pasta/folder).
  5. Selecione o botão “Apply” para aplicar a mudança. Depois pode fechar o programa.
  6. Pronto. Em alguns casos, pode ser necessário reiniciar o Windows, ou aguardar um tempo até que ele atualize o cache de ícones do sistema.

WinBubble - Icons - Restore

Para saber mais:

Restauração manual do arquivo DESKTOP.INI:

Outros utilitários e tópicos relacionados:

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