Cultura e Entretenimento


A fórmula é a mesma de sempre.

Combine elementos instigantes de história, ciência, religião e misticismo para formar um grande segredo secular. Um crime envolve inesperadamente um acadêmico simbologista em uma trilha de mistérios que vão sendo desvendados em clima de aventura e suspense policial, tendo como cenário cidades famosas do Mundo, até um epílogo surpreendente.

A verossimilhança dos fatos e locais, muitos deles reais, descritos em riqueza de detalhes — às vezes com alguma sacação ou exagero — fazem a ficção parecer um documentário de aventura. A narrativa eletrizante, em capítulos que costumam intercalar cenas simultâneas e em geral terminam bem na hora de algum clímax, ajudam a prender ainda mais a atenção do leitor.

A descrição que acabei de fazer pode se aplicar perfeitamente a qualquer dos três romances do escritor americano Dan Brown (site oficial em inglês) que tem como personagem principal o professor Robert Langdon, simbologista da universidade de Harvard.

Seja pelo entretenimento travestido de cultura, seja modismo ou simplesmente um bom passatempo, os livros de Brown são best seller na certa, e quando transpostos para o cinema, se tornam block busters. Em bom português, sucesso garantido! E pelo menos na minha opinião, diversão garantida também.

Foi assim com Anjos e Demônios, com O Código da Vinci, e agora, com o recém lançado O Símbolo Perdido.

Um termômetro da popularidade dos romances de Brown é a quantidade de livros lançados sobre o tema — criticando, desmentindo, explicando, comentando, ou simplesmente pegando carona no sucesso. Para O Código da Vinci, surgiram “Quebrando o Código da Vinci”, “Decifrando o Código da Vinci”, “A Verdade e a Ficção em O Código da Vinci”, “Revelando o Código da Vinci”, “Rough Guide do Código da Vinci” e por aí vai.

O mesmo está ocorrendo com O Símbolo Perdido: “Os Segredos de O Símbolo Perdido”, “Filosofia de o Símbolo Perdido”, “A Verdade por Trás do Símbolo Perdido”, “Decifrando o Símbolo Perdido”… Tem até um romance chamado O Símbolo Secreto, de um tal de Patrick Ericson, que além da capa super parecida e, aparentemente, abordar o mesmo tema do livro quase homônimo, ainda tem o descaramento de estampar na capa a frase “Tão eletrizante quanto o melhor livro de Dan Brown”.

Espero que o roteiro de O Símbolo Perdido também vá parar em Hollywood e Tom Hanks aceite mais uma vez o papel do professor Robert Langdon!

Não, o assunto aqui não é sobre filme.

O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG está com o projeto “Uma Noite no Museu”, que levará os visitantes a uma visita na mata durante a noite, para um passeio que visa “fugir” do caos urbano e aprender mais sobre aquele meio, fazer uma caminhada e observar as estrelas, tudo com a presença de instrutores apropriados, sem a necessidade de longos acampamentos afastados da cidade. Haverá também uma roda de lendas, para aprender mais sobre o folclore brasileiro.

A inscrição é feita enviando um e-mail com nome, idade, profissão, endereço, telefone e e-mail de contato para umanoitenomuseu.mhnjb@gmail.com. O custo da visita é R$10,00, pagos na hora da visita. Vale lembrar que é necessário que os visitantes usem calça comprida e sapato fechado e levem lanterna, repelente, garrafa de água e um agasalho leve.

A primeira noite desse projeto será no dia 30 de janeiro, sábado, uma noite de Lua Cheia, com programação da visita iniciando às 20h e encerrando à meia-noite.

Mais informações pelo telefone: (31) 3409 7614.

Fonte: Blog SweetLuly e MHN&JB da UFMG.

Com o início da vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no Brasil em 2009, uma necessidade decorrente dos usuários de computador é o suporte a esta reforma ortográfica nos programas.

O mais importante são os revisores ortográficos e gramaticais dos editores de texto, bem como dos programas onde há campos de entrada/digitação de texto, como os clientes de e-mail e os campos de texto dos navegadores/browsers internet.

Veja a seguir quais já oferecem suporte ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

BrOffice/OpenOffice e Mozilla

O VERO - Verificador Ortográfico do projeto BrOffice.org inclui suporte ao acordo ortográfico desde a versão 2.0 já disponível em 1º de janeiro de 2009, graças ao trabalho do sergipano Raimundo Santos Moura.

Está disponível para uso com os programas do pacote de escritório BrOffice.org (editor de texto, planilha, apresentações, desenho) versões 3.x e 2.x (inclusive na divisão de sílabas).

Disponível também com os programas de internet da fundação Mozilla — o navegador Firefox, o cliente de e-mail Thunderbird, a suíte Seamonkey — na forma de extensão como dicionário pt_BR para o corretor ortográfico nativo.

Microsoft Office

A Microsoft liberou em 14/10/2009 o pacote de atualização KB972854 de 30/09/2009 para o Microsoft Office 2007, provendo suporte ao Acordo Ortográfico.

A página sobre a Atualização para o Verificador Ortográfico, Dicionário de Sinônimos e Verificador Gramatical do Microsoft Office 2007 também apresenta informações adicionais sobre a reforma ortográfica e indica Artigos sobre a Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa.

Como o Microsoft Office 2003 já encerrou seu ciclo de vida principal de suporteem 14/04/2009, e entrou em suporte estendido apenas para atualizações de segurança até 2014 — a Microsoft deixou o suporte a essa versão de fora da atualização.

No Office 2007 com a atualização, observei que permanecia a autocorreção ao digitar de “linguiça” para “lingüiça” (com trema). Foi preciso eu remover manualmente: Opções do Word > Revisão de Texto > Opções de AutoCorreção > Substituir texto ao digitar > selecionar a substituição de linguiça > escolher o botão Excluir.

Para saber mais:

Continuo achando incrível a expansão do genialmente simples Twitter, que virou mania mundial — e como tudo que envolve internet, se espalha rapidamente entre os internautas no Brasil (inclusive eu).

O twitter combina características de rede social (site de relacionamentos) com “microblog” — este último combinação das características de blog, ao permitir a postagem de conteúdo pelos membros, com o de SMS, uma vez que as postagens devem ser curtas, não podendo exceder o limite de 140 caracteres cada.

A ideia parece relativamente simples, mas junta diversos conceitos e particularidades em uma combinação que tem se mostrado contagiante. Aos poucos, as pessoas e instituições vão descobrindo novas formas e objetivos de uso deste interessante serviço.

Microblog

A primeira característica essencial do Twitter é ser um microblog. Um usuário basicamente se inscreve no Twitter para:

  • Postar mensagens curtas, de até 140 caracteres cada.
  • Acompanhar as postagens de outros usuários.

O Twitter solicita cada postagem com a seguinte pergunta: “O que você está fazendo?” Isto indica que a ideia inicial do Twitter propõe que as pessoas postem “mensagens instantâneas” sobre o que fazem ao longo do dia. Mas cada um escreve o que bem entender em cada postagem.

Tem gente que realmente usa o Twitter como um diário instantâneo. Outros — indivíduos, empresas e meios de comunicação — preferem postar notícias e informações. Empresas podem usar o Twitter como canal de divulgação de ofertas, dicas e promoções, bem como relacionamento com seus clientes e fornecedores.

E, através dos simplórios recursos do Twitter em referenciar um usuário (através do símbolo arroba: @usuario) em uma postagem, e o de permitir enviar uma mensagem direta e privada a só um usuário, muita gente também utiliza o Twitter para trocar recados entre si, uma espécie de bate-papo não necessariamente em tempo real (já que o usuário referenciado ou destino não precisa estar utilizando o Twitter no momento, e pode ver a mensagem depois quando se conectar).

Rede social

A formação da rede social no Twitter difere um pouco de serviços existentes como Orkut, Facebook, MySpace, LinkedIn e outros. Nestes, tipicamente cada usuário se vincula a outros mutuamente, criando seu grupo de “contatos” ou “amigos”. A característica essencial da criação do vínculo é que ele é mútuo entre cada dois usuários, isto é, um usuário solicita adicionar o vínculo a outro usuário, este outro usuário confirma/aprova, e a partir daí ambos ficam vinculados entre si.

Já no Twitter, cada vínculo é unidirecional/unilateral. Um usuário decide “seguir” outro qualquer, e a partir daí passa a acompanhar as postagens deste. Mas não há reciprocidade automática, isto é, um usuário pode seguir outro, independente desse último seguir o primeiro ou não. Cada usuário tem assim dois grupos de vínculos: o conjunto de usuários que ele escolheu seguir (following), e a lista dos usuários que o seguem (followers).

Entretanto, existem dois mecanismos reguladores. Primeiro, um usuário pode, uma vez identificado que tem um seguidor indesejado (por padrão, o Twitter notifica via e-mail um usuário quando alguém escolheu segui-lo), bloqueá-lo, desfazendo o vínculo criado pelo seguidor e impedindo que este estabeleça novamente o vínculo.

Segundo, o usuário pode ativar a opção de proteger suas postagens, de forma que: (a) para um usuário segui-lo, é preciso sua confirmação de aceite, embora o vínculo continue unidirecional; (b) suas postagens só podem ser lidas pelos seguidores aprovados.

O Twitter oferece também um novo recurso de listas. Cada usuário pode criar listas — públicas ou privadas — para organizar usuários que segue, de acordo com qualquer tema, rótulo ou característica de agrupamento que bem entender. Pode por exemplo criar uma lista de familiares, outra de colegas de trabalho, mais uma de colegas de escola, de especialistas em determinado assunto, de veículos de comunicação,… etc. Cada lista é um agrupamento ou (sub)conjunto arbitrário de usuários que você faz, permitindo exibir as postagens apenas daquele grupo de usuários quando selecionada. Um mesmo usuário pode constar em múltiplas listas.

Riscos de Segurança e Privacidade

Um risco de segurança enorme é que muitas pessoas embolam e confundem todos esses conceitos e recursos. Com isso, muitas vezes acabam postando conversas com assuntos privados em postagens públicas, e acabam inadvertidamente escancarando sua privacidade para o mundo!

Esse é um risco comum das ideias e serviços novos, pouco explorados e incipientes que vem surgindo na era da Web 2.0, da internet como canal interativo e social. Isso se agrava pelo fato da internet atingir bilhões de usuários de forma global, muitos deles despreparados tanto para lidar com a internet de forma proficiente, consciente e segura, quanto para compreender e utilizar adequadamente os serviços neste meio.

Outro risco também comum das redes sociais é que cada vez mais se tem acesso a conteúdo e informação de forma crua e direta, e de origens desconhecidas ou não confiáveis. É difícil se ter confiabilidade em “quem” realmente é cada usuário e no “o que” se recebe aos montes em milhões de mensagens. Boatos, mentiras e até golpes maliciosos podem ser rapidamente proliferados de forma difusa e semi-anônima.

Para combater um pouco o problema da confiabilidade da identidade dos usuários, o Twitter já realiza nos EUA — e tomara que isso aos pucos atinja outros países de forma ampla — um serviço de “certificação” de alguns usuários mais notórios, em geral celebridades e pessoas públicas — como o presidente americano Barak Obama — adicionando um selo de “conta verificada” a estes perfis.

Ferramentas

Por causa da simplicidade quase simplória dos recursos do Twitter, muitos outros serviços vão surgindo para complementar suas funcionalidades. Uma API disponibilizada pelo Twitter permite que esses serviços complementares se integrem e interajam com o Twitter, podendo autenticar um usuário e interagir com sua conta.

Um dos serviços mais comuns é o de encurtamento de URL. Como muitos URLs (endereços ou links) de internet são muito grandes e o Twitter tem o limite de 140 caracteres no texto total da mensagem, muitas vezes não há caracteres suficientes para se incluir um link extenso em uma mensagem, menos ainda se for um link acompanhado de uma frase ou descrição.

Por isso, a prática comum no Twitter é se utilizar um serviço chamado encurtador de URL (URL shortening). Existem diversos serviços gratuitos destes. Uma vez fornecido um endereço de internet, ele gera uma URL no site do encurtador com uma pequena sequência arbitrária de caracteres (em geral 4 a 6 letras e números), que funciona como um atalho que redireciona automaticamente para o endereço original.

O próprio Twitter e outras aplicações que permitem postar mensagens no Twitter podem converter links escritos em uma mensagem para um endereço “encurtado”, utilizando um serviço de URL shortening. Eis alguns serviços encurtadores de URL:

  • TinyURL.com: pode gerar uma sequência arbitrária de caracteres para o atalho, mas também permite que você escolha/defina a sua.
  • migre.me: seu site tem interface também em português.
  • bit.ly
  • LC4.in: menos conhecido, também tem interface em português.
  • Ow.ly
  • dmoz Open Directory: listagem de serviços de redirecionamento e URL shortening.

Eis uma pequena lista de amostra de outros serviços complementares ao Twitter:

  • Twitpic: permite que se poste e mantenha imagens e fotos, que podem facilmente ser referenciadas em mensagens do Twitter.
  • Twibbon: permite que se crie uma campanha para se promover e divulgar uma causa ou tema qualquer no Twitter. Para isso, cria-se uma “selo”, uma imagem com transparência que pode ser sobreposta — como um rótulo ou bottom (ribbon) — à imagem de cada usuário que adere a tal causa/campanha.
  • TweetGrid: permite criar um painel de termos de pesquisa para ser atualizado em tempo real com postagens referentes do Twitter.
  • Twinester: permite criar grupos ou comunidades baseados no Twitter.

E existe uma infinidade de outros serviços e aplicações. Veja por exemplo os seguintes links:

  • Twitter Applications Downloads: lista de aplicações indicadas pelo próprio Twitter com alternativas para interagir com Twitter, seja para postar ou receber atualizações, através de celulares (inclusive o famoso iPhone), diretamente do Windows, Linux, MacOS, do navegador Firefox e muito mais.
  • Twitter Brasil: blog brasileiro sobre Twitter e o fenômeno dos microblogs.
  • TwitOAuth: galeria de aplicações conhecidas que se integram ao Twitter através da API de autenticação OAuth.
  • Twitter Fank Wiki - Apps: listagem de aplicações que interagem com Twitter.
  • HubPages - Useful Twitter Applications.
  • Optimize Your Tweet!: informações, dicas e ferramentas sobre Twitter.

Para saber mais

Algumas referências adicionais de informação sobre Twitter:

Um tema que sempre me interessa é o da inclusão e acessibilidade às pessoas com deficiência.

Um marco global rumo a inclusão das pessoas com deficiência foi a Declaração dos Direitos das Pessoas com Deficiência, publicada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 9 de dezembro de 1975. “Em respeito à dignidade humana, estas pessoas têm os mesmos direitos fundamentais, civis e políticos que o resto de seus concidadãos e os demais seres humanos”.

A “Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência” — aprovada pelo Congresso Nacional do Brasil no Decreto Legislativo nº 198, de 13 de junho de 2001, e promulgada pelo Decreto Federal nº 3.956, de 8 de outubro de 2001 — define assim Deficiência:

O termo “deficiência” significa uma restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social.

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, editada em 6 de dezembro de 2006 e assinada pelo Brasil em 30 de março de 2007, considerou o termo pessoa com deficiência mais adequado para denominar as pessoas que possuem deficiência. Outros termos e expressões foram abolidos e considerados inadequados. São termos que podem segregar mais que incluir, ou mesmo serem ofensivos ou pejorativos.

  • O substantivo “deficiente” generaliza ou caracteriza a deficiência como o todo de uma pessoa, ou seja, passa a impressão de que a pessoa inteira é deficiente, quando na verdade a deficiência é apenas uma parte ou característica (adjetivo) dessa pessoa.
  • “Portador de deficiência” também soa inadequado, porque “portador” pode dar a impressão de hospedeiro ou transmissor como em uma doença, e deficiência não é doença. Mesmo considerando o significado literal de portador, a pessoa com deficiência não porta, transporta ou transmite deficiência, ela a possui.
  • A mais ridícula é “pessoa com necessidades especiais”, um eufemismo hipócrita criado na onda do “politicamente correto” surgida nos Estados Unidos, que é apenas uma fuga para não se dizer que uma pessoa tem deficiência. Mas deficiência é só uma restrição, não é uma aberração, e não deve assim ser motivo de vergonha ou embaraço nem para quem possui nem para nenhum interlocutor. Além do mais, se a diversidade é característica dos seres humanos, somos todos diferentes. E quem não precisa de determinadas coisas, situações e emoções para se sentir bem, completo, feliz? Somos todos pessoas com necessidades especiais.

Para complementar, recomendo o pequeno e instrutivo texto “Toques aos jornalistas“, da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Governo do Estado de São Paulo.

Conceito ainda mais amplo é de Acessibilidade, que significa a promoção do amplo e igualitário acesso às oportunidades, atividades, produtos e serviços, por todas as pessoas. É considerar e respeitar a diversidade humana. Acessibilidade é prover meios visando oferecer igualdade ou equivalência de condições não só às pessoas com deficiência, mas também à pessoa idosa, crianças e adolescentes, enfim a quaisquer seres humanos que necessitem de precauções, adaptações ou cuidados específicos em certas situações.

Acessibilidade é um elemento chave na inclusão social da pessoa com deficiência. E na era do computador e da internet, integra também a inclusão digital. Também existe legislação de amparo no Brasil, em especial a “Lei da Acessibilidade”, Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República do Brasil é o õrgão governamental que trata, entre os vários temas de inclusão, Pessoas com Deficiência e Acessibilidade.

Fazem parte da estrutura da SEDH a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE e o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência - CONADE, ligados ao Ministério da Justiça.

Muito mais do que leis, normas, convenções e mobilizações da sociedade civil, a prática da inclusão e acessibilidade às pessoas com deficiência não é trivial.

Ela começa por uma evolução de mentalidade e de atitudes. Quem não tem deficiência tem que começar pelo difícil exercício de se colocar no lugar da pessoa com deficiência, de perceber e compreender suas restrições, e as consequências e efeitos destas, bem como as dificuldades e limitações envolvidas. Tem que considerar sempre a diversidade humana em seu pensamento e em suas ações, e o fazer de forma sensata e efetiva. Tratar tudo isso como algo natural, como realmente o é. E tem que ter ideias e colocar em prática soluções para eliminar, minimizar ou contornar as deficiências. Isso é o que leva à acessibilidade e à inclusão.

O assunto é muito extenso. Mas a você que está lendo, já me basta por ora se você começar a refletir sobre isso.

E para ajudar, segue um monte de referências que vão ajudá-lo a se aprofundar no assunto, além dos links já citados ao longo do texto:

Para terminar, um vídeo muito instrutivo e inspirador, que eu adoro, dura pouco mais de 10 minutos mas vale muito a pena. “Acessibilidade Web: Custo ou Benefício?”, por Acesso Digital, Brasil. Fala especificamente sobre acessibilidade na web (internet), mas creio que permite compreender a importância e relevância do tema como um todo:

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