agosto 2009


Fonte: Usuários de redes sociais: risco é maior que privacidade
por Antone Gonsalves, InformationWeek EUA, 28/08/2009, em IT Web.

Informações pessoais postadas em redes como Twitter e Facebook podem ser usadas por falsários, aponta estudo do Reino Unido

Redes Sociais - ilustração Pessoas que utilizam redes sociais estão postando informações que poderiam ser usadas por criminosos que estão de olho em alvos potenciais. Cerca de quatro em cada dez pessoas que usam sites como Facebook e Twitter postam coisas específicas sobre planos para feriados e um terço faz atualizações durante passeio no final de semana. A conclusão é do relatório Digital Criminal, produzido pela companhia britânica Legal & General.

Adicionado a isso o fato de que é grande o número de pessoas que aceitam ser “amigas” online de estranhos, o acesso facilitado às informações pessoais aumenta o risco de ser alvo de algum criminoso.

De 100 requisições de amigos ou seguidores partidas de estranhos, 13% foram aceitas no Facebook e 92% no Twitter, sem qualquer tipo de checagem. Além disso, 17% dos usuários pesquisados para o estudo disseram que possuem seus endereços residenciais postados nestas páginas e pessoas estranhas teriam acesso a esses dados.

Essa falta de cuidado pode facilmente fazer com que criminosos descubram os interesses das pessoas, localização, movimentos e se estão fora de casa, alertou o relatório.

“Não há dúvidas que esses criminosos usam as redes sociais para desenvolver relacionamento com pessoas para identificar possíveis alvos”, afirmou Michael Fraser, da série BBC Beat The Burglar. “Eles ganham confiança aprendendo mais sobre as vítimas, do que elas gostam e quando estão fora de casa.”

Fraser, que ajudou a desenvolver o relatório, afirmou que esses invasores podem usar a informação coletada da rede social para escolher suas vítimas e, depois disso, fazer uma pesquisa mais ampla em outros sites, como Google Street View.

Clojure

Mais uma linguagem para a Java Virtual Machine (JVM): Clojure.

Clojure é uma linguagem de programação predominantemente funcional, e provê um rico conjunto de estruturas de dados imutáveis e persistentes. Clojure é um dialeto da linguagem de programação Lisp, e compartilha com Lisp a filosofia de código-como-dado e um poderoso sistema de macro. Clojure compila diretamente para bytecode da JVM.

Eis uma apresentação segundo o artigo Clojure: Challenge your Java assumptions, por Joshua Fox, 2009-05-12 em JavaWorld.com:

Clojure é uma linguagem funcional dinâmica para a Máquina Virtual Java (JVM), lançada em versão 1.0 em maio de 2009. Clojure oferece um novo conjunto de técnicas de programação visando código robusto e desenvolvimento rápido. Em particular, ela oferece novas soluções para computação multicore. Não importando se você adere a Clojure ou permanece com Java, aprender sobre esta nova linguagem pode desafiar suas assunções sobre a melhor forma de projetar software.

O projeto da linguagem de programação Clojure é software livre sob licença Eclipse Public License (EPL) 1.0. Está hospedado em Google Code e seu desenvolvimento mais recente é mantido em GitHub e Assembla.

Veja também o blog Clojure com novidades sobre esta linguagem de programação.

Ferramentas

Uma boa referência para novidades em ferramentas de desenvolvimento no universo Java é a newsletter do Java Tools Community. Você pode ler o boletim on-line no portal do projeto, ou se inscrever na lista de anúncios para receber por e-mail.

Por falar em ferramentas, Java Power Tools é o nome do livro de John Ferguson Smart, publicado pela O’Reilly Media – ISBN-13: 9780596527938, 910 páginas, abril de 2008.

Em seu blog, Smart divulgou o recente lançamento da segunda Java Power Tools Newsletter, tendo como tópico em discussão os frameworks de teste web que podem ser usados com Java: Selenium, HTMLUnit, WebDriver, JWebUnit.

Java EE 6

Saindo de um blog em java.net para outro, a dica do dia (Tip Of The Day – TOTD) de Arun Gupta de 13 de agosto foi: TOTD #93: Getting Started with Java EE 6 using NetBeans 6.8 M1 & GlassFish v3 – A simple Servlet 3.0 + JPA 2.0 app.

Em oito passos simples, Gupta mostra como é fácil criar um exemplo de aplicação Java EE 6 no NetBeans 6.8 (atualmente em Milestone 1) e GlassFish v3 utilizando as especificações atualizadas Servlet 3.0 e Java Persistence API (JPA) 2.0, da iminente plataforma Java EE 6.

Java REST Frameworks

Saindo do java.net mas ficando nos frameworks web… O incansável Matt Raible, criador do AppFuse e constante avaliador de frameworks Java para web, fala no artigo My Experience with Java REST Frameworks (specifically Jersey and CXF), 2009-08-27 (também em Javalobby), de suas experiências com os frameworks REST.

Para uma introdução sobre REST, recomendo meu artigo REST e a evolução da arquitetura de software, atualizado em 2008-10-18.

Veja também o anúncio The Apache Wink project has released its first version, por Eli Baram 2009-08-28, em TheServerSide.COM, sobre o lançamento do framework de construção RESTful Web services Apache Wink.

Java SE 7

E assim como vem aí o Java EE 6, está a caminho também o Java SE 7.

O artigo Java 7 What’s New, Performance Benchmark – 1.5, 1.6, 1.7, por Taranfx.com, 2009-08-29, traz uma análise do desempenho da nova versão do JDK 7, em comparação com Java SE 5 e 6. Java 7 ficou bem na fita.

E voltando aos blogs do java.net, é também sobre Java 7 o artigo The seven small language changes that will be in JDK7, por Rémi Forax, 2009-08-29, comentando a divulgação de Joe Darcy das sete mudanças aceitas para inclusão no JDK7 no projeto coin-dev.

Últimas

E para fechar o post sobre ferramentas Java, meus últimos achados no assunto:

Top 100 Free Java Books to Download, 2009-08-28.

Crítica do livro DWR Java AJAX Applications, por Manuel Jordan, 2009-08-28, em Javalobby.

Artigo JPA Performance, Don’t Ignore the Database, por Carol McDonald, 2009-08-28.

New Monitoring Capabilities in GlassFish v3, no java.net Editor’s Daily Blog de 2009-08-27.

Implementing composite keys with JPA and Hibernate – The issue of the legacy database schema, artigo por Stephen B. Morris, 2009-08-25, em IBM developerWorks.

GMaps4JSF in the JSF 2.0 Ajax world, por Hazem Saleh, Staff Software Engineer, IBM, 2009-08-25, também em IBM developerWorks.

O mundo do software vem ficando cada vez mais amplo, abrangente e complexo. Se você olhar o universo abrangido por tecnologias como Java, verá que é difícil “enxergar até o fim de seu horizonte”.

Com isso, a curva de aprendizagem de tecnologias para desenvolvimento de software cresce muito. Em contrapartida vão surgindo iniciativas de melhores práticas e modelos prontos para simplificar situações comuns.

Duas forças nesse sentido da simplificação ou organização de situações comuns em software são os Patterns e os Frameworks.

Software Patterns são padrões conceituais que documentam a caracterização e a solução para problemas comuns (genéricos) de construção de software. Visam definir um idioma comum para estas situações (em vez de descrever a situação/problema/solução, você cita o nome dado a ela) e evitar que se “reinvente a roda”.

Existem patterns voltados para modelagem/desenho — design patterns, arquitetura de software — architectural patterns, integração — integration patterns. Embora não sejam específicos do paradigma orientado a objetos, os design patterns surgiram na área de software contemporâneos a esse paradigma e por isso muitas vezes são definidos usando conceitos de OO e mais facilmente aplicáveis em linguagens com suporte a OO.

Frameworks são arcabouços de construção de software. Ainda não encontrei grandes definições para frameworks, mas eu entendo framework como um modelo de trabalho predefinido para implementação de determinado aspecto de software. Um framework costuma englobar bibliotecas, componentes, APIs, estruturas, mecanismos e uma proposição (ou às vezes imposição) de forma de trabalho.

Enquanto patterns são modelos conceituais, frameworks são soluções práticas e específicas para determinada situação e tecnologia/linguagem. Freqüentemente um framework se baseia ou implementa um ou mais patterns aplicáveis àquela situação. Frameworks visam facilitar e acelerar o desenvolvimento de software.

[Texto originalmente postado na lista de discussão MGJUG-users, em 26/jul/2008.]

Livros sobre software patterns:

Para saber mais:

Uma análise bem detalhada (e bem ilustrada) do novo Windows 7 está no site Maximum PC: Windows 7 Review: XP vs Vista vs 7 in 80+ Benchmarks (em inglês), por Will Smith, 2009-08-12.

O subtítulo já anuncia: Finalmente, Microsoft lança um sucessor digno do Windows XP. O artigo percorre as novidades e melhorias do Windows 7 e faz uma série de benchmarks com indicadores comparativos de desempenho entre XP, Vista e W7.

Na interface, o controverso novo menu em faixa (Ribbon), que engloba e substitui os menus e barras de ferramentas como no Microsoft Office 2007, se espalhou por todos os aplicativos do Windows 7.

Depois de mais de 10 anos só com mexidas cosméticas, Microsoft finalmente reprojetou a barra de tarefas do Windows, combinando a organização de janelas da barra tradicional do Windows com a conveniência da inicialização de aplicativos do MacOS X Dock — mais uma “inspiração emprestada” de uma interface inovativa da Apple, pra variar.

Para quem se incomodou com as frequentes confirmações de qualquer ação que requer permissão administrativa no Windows Vista, consequência do novo recurso de segurança User Account Control (UAC), o Windows 7 agora permite configurar o nível de notificação (ou “incômodo”) que o usuário quer ter.

Segurança e praticidade parecem finalmente se encontrar na configuração de redes domésticas (compartilhamento entre vários computadores), com o novo recurso HomeGroup.

A conclusão do artigo é que não importa se você vem do XP ou Vista, Windows 7 oferece muitos avanços em usabilidade, segurança e suporte a novos hardwares e tecnologias. Entusiastas e usuários avançados vão adorar, e a nova Taskbar sozinha já vale para usuários regulares que mantêm várias janelas abertas. Melhor de tudo, o novo sistema operacional simplesmente parece mais rápido que o Vista e mesmo o XP (pelo menos até que surja um Service Pack pesadão cheio de remendos…). Parece o melhor de dois mundos — a velocidade de interação do XP e os recursos e segurança do Vista.

Será que é bom assim mesmo?

A propósito: No site Maximum PC, nova descoberta para mim, além de encontrar análise em profundidade do que há de mais novo, encontrei também um retrospecto legal do que há de “mais velho”. O artigo Surfing Since 1991: The Evolution of Web Browsers (em inglês), por Paul Lilly, 2009-08-19, percorre os navegadores internet desde o surgimento da web em 1991 até os dias atuais. É, eu usei o Lynx (modo texto!) e o Mosaic na pré-história…

Para saber mais:

Já faz quase um mês (27 de julho) que o NetBeans IDE 6.7.1 foi lançado, mas ainda é digno de nota.

De acordo com o Release Notes, a versão 6.7.1 é uma pequena atualização do NetBeans IDE 6.7, acrescentando o seguinte:

  • Suporte a JavaFX 1.2, cujo runtime e ferramentas estão integradas nos bundles de instalação “JavaFX” e “Tudo” do NB67
  • Atualização do GlassFish v3 Prelude para incluir correções do build #28f
  • Incorporação de diversos e importantes correções de bugs votadas pela comunidade, especialmente no Editor Java e em project scanning areas

Além disso, a versão 6.7 já traz:

  • Suporte a Maven para criação de plugins e web-services bem como suporte para POM e J2EE
  • Integração com Kenai permite criar e editar projetos hospedados no Kenai de dentro do IDE
  • Melhorias para PHP incluem suporte a Selenium e completamento de código SQL
  • Suporte a C++ para profiling, biblioteca Qt, refatoração de código e expansão de macros
  • Plug-in de Web API Gateway possibilita o consumo de APIs Web em aplicações
  • Suporte a Java ME para projetos CDC, no bundle Java ME SDK 3.0 (e bundle “Tudo”, claro).

Baixe o NetBeans IDE 6.7.1

O NetBeans IDE 6.8, atualmente em Milestone 1, trará suporte à futura Plataforma Java EE 6, cuja especificação está perto de ser concluída. É o que diz o artigo Java EE 6 in NetBeans IDE 6.8 Milestone 1 , por Petr Jiricka, de 2009-08-07, em Javalobby.

Para saber mais:

É fato notório que as empresas de telefonia, fixa e móvel, encabeçam rankings de maior índice de insatisfação e reclamação dos consumidores.

Segundo matéria do O Imparcial Online, de 2009-07-27, Empresas de telecomunicações são alvo de 1/3 das reclamações: um relatório sobre o setor de telecomunicações preparado pelo Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) — que reúne Procons de 23 estados, mais o Distrito Federal — e divulgado pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça afirma que, entre 2005 e 2009, o setor de telecomunicações foi responsável por 32,95% do total das demandas levadas aos Procons, sendo os maiores problemas nas áreas de telefonia celular (10,63%) e telefonia fixa (10,6%). No total, foram 607.746 demandas no período.

Dados do Boletim Nacional Sindec de 2008 mostram os assuntos telefonia móvel (10,8%) e fixa (10,3%) e aparelho de celular (8,4%) somados representando 29,5% do total de 724 mil demandas recebidas pelos procons de 23 estados e do Distrito Federal no ano, superando em muito as reclamações de cartão de crédito (11,1%), que figura em primeiro na lista. Os dados do Boletim foram também comentados na notícia do Sindec em 2009-03-10, Cartão de crédito e telefonia encabeçam demandas nos Procons.

Em Belo Horizonte, MG, as ações judiciais nos Juizados Especiais (“pequenas causas”) relativas a telefonia são tão comuns que, enquanto um juizado especial comporta todas as demais causas de relações do consumo, os processos envolvendo telefonia têm que ser conduzidos a outra unidade, o Juizado Especial Cível Gutierrez.

Pois é. Dessa vez fui eu a sofrer na pele o que a estatística já mostrava.

Em abril de 2008, depois que a Oi havia comprado a empresa de TV por assinatura e internet a cabo Way TV em Minas Gerais, renomeou o serviço para Oi TV e alardeou a convergência ao ser a primeira empresa brasileira a oferecer pacotes quadri-play no País, incluindo telefonia fixa, móvel, internet e TV, com o plano Oi Conta Total TV.

Seduzido pelas insistentes propagandas de convergência, praticidade e economia do Oi Conta Total TV — nas contas Oi do início de agosto 2009 foram veiculados, pela milhonésia vez, anúncios do plano — acabei buscando mais informações sobre o plano.

Já tendo o Oi Velox a cabo (da antiga Way) e dois celulares oi, eu queria compartilhar os celulares em um plano “família” (ligações livres entre os dois e franquia unificada de minutos) e agregar a TV a cabo.

No início de agosto, em uma loja Oi, informaram que primeiro era necessário solicitar uma linha de telefone fixo Oi e, cinco dias depois de instalado, retornar à loja ou ligar para a Oi solicitando a migração para o serviço Oi Conta Total TV, integrando os serviços. Algo meio absurdo, já que eu não precisava nem queria telefone fixo. Mas não tinha jeito: tudo começava por ele.

No dia 3 de agosto, solicitei a tal instalação da linha de telefone fixo. Como sempre, “a ligação sendo gravada para minha segurança”. Recusei todas as ofertas “cheias de recursos e benefícios” do atendente para a nova linha fixa. Expliquei que só precisava da dita cuja para o plano de convergência e por isso queria o plano fixo mais barato que houvesse. Vencido, o operador finalmente pôs o Plano Básico (obrigatório ser oferecido).

Depois de um primeiro contato por telefone de um técnico a serviço da Oi, e de alguns contatos infrutíferos depois tentando marcar uma visita para instalação, finalmente o rapaz foi à residência no dia 12 de agosto último, quarta-feira, e colocou a linha fixa funcionando.

Hoje, dia 17, passados os tais 5 dias da orientação que recebemos lá no início, procuramos o tão esperado Oi Conta Total TV no link da oi.com.br/oicontatotaltv divulgado nos anúncios. Estranho. Nada falando de TV, só falava do plano Oi Conta Total (fixo, móvel e internet). Voltamos à mesma loja Oi e… surpresa. Um funcionário informou que o plano Oi Conta Total TV deixou de ser oferecido há quatro dias!

Sem ele, a linha de telefone fixo não me servia mais. Imediatamente ligo para cancelar (103 31). O atendente disse que como a linha havia sido instalada há mais de sete dias, seria cancelada, mas a taxa de instalação seria cobrada mesmo assim.

Mais de sete dias? Como assim? O técnico instalou no dia 12, cinco dias atrás, informei. O atendente informou que “consta no sistema que foi instalado dia 04/08/2009”. Ótimo. O sistema fala a verdade, o cliente não! Quando informei que “o sistema” estava errado e eu tinha certeza da data, ele me pediu para esperar a conta chegear no mês que vem, para então solicitar estorno da instalação.

Ótimo, iam me fazer esperar até mês que vem e aí aposto que falariam que os sete dias agora já teriam se passado. Precisei sair do sério para não cair nessa e conseguir que o cidadão do outro lado da ligação, além de cancelar a linha fixa, registrasse minha reclamação de que a data da instalação que “consta no sistema” estava incorreta e que portanto o serviço havia sido instalado há menos de sete dias.

Um press release de hoje da Oi na internet se gaba que “Oi amplia oferta de TV em Minas Gerais e lança serviço por assinatura via satélite“. Lugar nenhum fala que o plano Oi Conta Total TV, anunciado até poucos dias atrás, sorrateira e subitamente deixou de existir.

E eu fui pego no contrapé e fiquei sem o serviço que queria, e ainda tendo que ouvir que teria que pagar pela instalação do telefone fixo que eu nunca quis.

Depois eu conto para os leitores se a infame taxa de instalação veio ou não indevidamente cobrada na primeira-e-última conta que vou pagar para essa empresinha. Pode até ser a maior, mas te cuida, porque me parece ser a pior!

Desculpem o desabafo!

Para saber mais como consumidor:

Para saber mais sobre legislação do SAC:

[Atualização em 12/08/2009: do PDF 6.3.308.]

Meu artigo PDF Livre com (ou sem) o Ghostscript teve sua 11ª revisão no último dia 6.

As novidades desta revisão são:

  • Acrescentado PrimoPDF ao quadro comparativo. Antes era só citado em outras opções. Falta incluir imagens ilustrativas.
  • Atualizados quadro comparativo e imagens ilustrativas para refletir as novas versões de doPDF, Bullzip PDF Printer, FreePDF e PDF Creator.
  • doPDF versão 6.3 permite escolher se o visualizador de PDF abrirá após a criação do PDF; antes sempre abria.
  • Bullzip PDF Printer agora provê suporte ao formato PDF/A-1 para arquivamento digital, em caráter experimental.
  • FreePDF retirou o “XP” do seu nome na versão 4, pois isto causava dúvidas nos usuários quanto a compatibilidade com Windows Vista.
  • Incluído tópico citando os recursos nativos de exportação e importação de PDF do OpenOffice/BrOffice.org, como alternativa ao uso das impressoras PDF quando trabalhando com documentos de escritório (texto, planilha, apresentação, desenho).
  • Desde a versão 3.07 de maio de 2005 o FreePDF inclui tradução para o Português (Brasil). Por isso, foi removido o já defasado tópico com o download da minha tradução para as versões 1.1 a 3.05 do FreePDF.

Espero que o artigo esteja, além de atualizado, ainda mais útil e abrangente agora.

Vi que já está disponível uma nova versão do GPL Ghostcript GPL 8.70, lançada em 1º de agosto. Ainda não tive oportunidade de testar esta nova versão com os programas de impressora PDF. Além do mais, os sites dos utilitários ainda recomendam a versão 8.64 e nem sequer está disponível no SourceForge as notas de lançamento dessa versão 8.70. Fica para uma futura revisão do artigo.