março 2009


Jogos de cartas Ok, hoje é fim de semana, vamos dar um pequeno tempo na tecnologia e falar sobre algum entretenimento.

Ao fazer algumas pesquisas no Google sobre jogos de cartas, descobri coisas curiosas.

A maioria dos jogos de cartas têm origem pouco conhecida ou precisa. Em geral surgem de tradições de um local ou região e, ao se espalhar mundo afora, vão ganhando variantes de regras e de nomes. Por isso, raramente existe “regra oficial” de determinado jogo de baralho.

Por exemplo, o Buraco. Muito jogado no Brasil, também é conhecido como Canastra ou ainda Biriba. Existe também uma variante chamada Tranca, também conhecida como Canastra Argentina, Chilena ou Uruguaia.

A julgar pelo nome e por sua popularidade na América Latina, pode-se supor que o jogo tenha surgido em algum país de língua espanhola. Canasta é um termo que em espanhol significa cesta.

Dada a grande quantidade de variantes existentes, o bom mesmo é: Quando for jogar cartas com os amigos, validem e combinem entre si antecipadamente as regras que serão usadas, para não gerar confusão ou desavença depois.

Assim, jogos de cartas costumam ser passatempo animado e, em geral, um bom exercício de atenção e raciocínio (com uma dose de sorte, claro). E quando se fala em entretenimento, é bom lembrar: ganhar ou perder é o de menos, o importe é se divertir!

Para saber mais:

Há dois anos, eu já destacava a importância dos blogs como meio para democratizar (capilarizar) e expandir a grande teia de informação da Internet, tornando acessível a qualquer pessoa interessada a possibilidade de veiculação de conteúdo na web de forma fácil e interativa.

Além dos blogs pessoais, muitas empresas e instituições utilizam o blog como forma de oferecer um “espaço aberto” para seus colaboradores se expressarem pessoalmente. Outras aproveitam a facilidade, agilidade e flexibilidade dos mecanismos de blogs como forma de gerenciador de conteúdo para seu site. Também vários portais de conteúdo incluíram o uso do blog para inserir, direto da fonte, notícias, crônicas e opiniões de seus redatores, colunistas e articulistas.

As opções são boas, fartas e, muitas vezes, gratuitas. Eis aqui algumas opções.

Hospedagem gratuita

Se você ainda não tem nada, sugiro começar seu blog com um dos serviços gratuitos de construção e hospedagem de blog existentes na Internet. Os dois principais, que oferecem interface em português e muitos recursos, são:

  • WordPress.com, serviço de hospedagem de blog oferecido pelos criadores do software WordPress.
  • Blogger (blogspot.com), serviço da Google.

Os passos são simples como: 1 – Crie sua conta. 2 – Escolha nome, aparência/estilo e opções do blog. 3 – Comece a escrever.

Os blogs criados nestes serviços de hospedagem gratuita terão endereço na forma nomedoseublog.wordpress.com ou nomedoseublog.blogspot.com, respectivamente. Se você adquirir um nome de domínio próprio (ex: seudominio.com.br, seudominio.com etc.), poderá também associá-lo ao blog criado.

Comparativos entre estes dois serviços de blog gratuitos:

Mecanismo para instalar em site próprio

Se você já possui um site hospedado em um provedor com suporte a PHP, pode instalar o mecanismo/motor de blog WordPress, provavelmente o melhor disponível atualmente, software livre/gratuito de código aberto.

Instalar o WordPress é muito fácil e acessível, você não precisa ser nenhum um especialista em ciência da computação.

Alguns recursos úteis:

Se deseja pesquisar mais a respeito, veja minha página de referências sobre gerenciadores de conteúdo e mecanismos de blog.

Ok, já dei o caminho. Você tem algo a dizer, mostrar, expressar, informar? Então, mãos à obra: comece seu blog já!

Em mais de 16 anos trabalhando com o ambiente de aplicações e conteúdo web, boa parte deles atuando ou cooperando na administração, já vivenciei muitos problemas.

Em geral, nada é mais atordoante do que o surgimento (súbito ou intenso) de algum evento ou reclamação de indisponibilidade ou erro em um ou mais serviços ou recursos. Em um ambiente complexo como este, interpretar os sintomas, rastrear até a origem, identificar a(s) causa raiz do problema e obter uma solução é missão ampla e complexa.

Some-se o fato de, cada vez mais, o ambiente web estar sendo cenário de sistemas e serviços de missão crítica e operação ininterrupta 24×7. Ou seja, é uma estressante corrida contra o tempo.

Por isso, elaborei aqui um checklist procurando listar todos os elementos envolvidos neste complexo ecossistema, para orientar e facilitar o diagnóstico de indisponibilidades no ambiente de serviços web.

  1. Problemas e sintomas
    1. O quê: Caracterização dos problemas: quais serviços, em que situação
    2. Quando: Data ou período de início de problemas observados ou reportados
    3. Como: Cada problema identificado pode ser reproduzido sistematicamente, ocorreu uma única vez, ou é intermitente?
  2. Usuário
    1. Indisponibilidade ou problemas de configuração no acesso do usuário
    2. Desktop usuário infectado por malware
    3. Desktop usuário com problemas no navegador, no sistema operacional, instalação ou configuração de software
    4. Desktop usuário com gargalos ou problemas de processamento e desempenho de hardware (CPU, memória RAM, GPU, disco/armazenamento, rede), ou de configuração de driver, software ou sistema operacional
    5. Desktop usuário com falhas ou defeitos de hardware
    6. Robôs de busca e varredura com atividade excessiva
    7. Invasores, ataques e usos indevidos ou mal-intencionados
  3. Aplicação
    1. Defeitos (bugs, inadequações ou ineficiência) no código da aplicação, inclusive SQL (consultas, stored procedures) submetido ao banco de dados
    2. Serviços ou aplicações web implantados ou atualizados no período
    3. Configurações e testes realizados em produção ou desenvolvimento
    4. Mudanças no contexto/cenário operacional
  4. Infraestrutura de Software
    1. Gargalos de configuração ou picos de ocupação (slots, threads, ouvintes)
      1. Proxy ou web cache
      2. Servidor web
      3. Servidor de aplicação (Java EE, .NET, PHP etc.), CMS/ECM, SOA, ESB, BPM e outros servidores de middleware
      4. Servidor de banco de dados
      5. Outros serviços, recursos e mecanismos envolvidos (autenticação, transação, armazenamento etc.)
    2. Incompatibilidade e falhas – atualizações e patches no período
      1. Serviços proxy, web, aplicação, banco de dados, outros
      2. Sistema operacional
      3. Java VM, ferramentas, componentes e bibliotecas
  5. Infraestrutura de Hardware e Rede
    1. Hardware dos servidores – Gargalos ou falhas
      1. Uptime – tempo “no ar” desde o último desligamento
      2. E/S (I/O): discos, partições e storage em geral
      3. CPU: carga, multitarefa, deadlocks, temperatura
      4. Memória e cache
    2. Equipamentos e configurações de rede e conectividade
      1. Gargalos e falhas de hardware nos equipamentos de rede e conectividade
      2. Falhas (mau contato, encaixe, desgaste, ruptura etc.), interferência ou insuficiência em cabeamento, conectores e sinal sem-fio
      3. Ativação e configuração de interfaces, rotas e domínios de rede
      4. Mudanças e atualizações de configuração de switches, roteadores, hubs etc.
      5. Mudanças e atualizações de firewall, IDS e outros appliances de rede, conectividade e segurança
    3. Transmissão de dados e telecomunicações
      1. Falhas ou indisponibilidade nos canais (links) de comunicação de dados
      2. Gargalos no tráfego, volume ou QoS de dados
    4. Gerenciamento de energia e ambiente
      1. Falhas ou instabilidade no fornecimento ou rede de energia
      2. Falhas em no-breaks, estabilizadores ou geradores
      3. Falhas ou insuficiência na refrigeração
      4. Falhas ou incidentes na estrutura física do ambiente
      5. Invasores, ataques e ação ou mal-intencionada na segurança física do ambiente
  6. Provedores de serviços e recursos
    1. Mudanças ou alterações diversas ocorridas em provedores externos

Os itens de diagnóstico aqui listados são, em geral, apenas os elementos a serem verificados, sem entrar em detalhe de como fazer o diagnóstico, pois isso pode variar muito de um ambiente para outro.

Entre os recursos de diagnóstico, destaco dois, presentes na maioria dos sistemas ou componentes de tecnologia:

  • Arquivos de log/registro/histórico de mensagens/avisos/alertas/erros
  • Console, ambiente ou ferramenta de administração, monitoramento e controle

Como a lista é grande, priorize a análise e o diagnóstico dos elementos para os quais haja indício provável — em especial, evento, registro ou alta probabilidade de incidente, falha, ou alteração recente –, deixando os menos suspeitos para o final. Como costumo dizer: “Não procure chifre em cabeça de cavalo.”

Referências relacionadas: