abril 2007


Dica para quem quer ganhar mais agilidade ao utilizar os recursos do navegador web Firefox: Um prático resumo dos atalhos de teclado e mouse do programa.

Firefox Keyboard and Mouse Shortcuts (Windows, Mac OS X e Linux), por Otto de Voogd. Em 7is7.com, Firefox Utilities e Fire Up the Fox!

Firefox Large Print Keyboard & Mouse Shortcuts, por Otto de Voogd, para Access Firefox. Versões próprias para impressão, nos formatos HTML, PDF e DOC (Word) e ODT (OpenOffice).

Veja também Firefox Help: Keyboard Shortcuts e Mouse Shortcuts, comparando Firefox, Internet Explorer e Opera.

Fonte: Firefox – Lista de Atalhos, dc dinfo » Atalhos do Firefox, blog do Kraudio.

Neste mês, o mercado global dominado pelas corporações gigantes andou apontando novos líderes em alguns segmentos: Google (audiência de sites), Toyota (venda de automóveis) e Carrefour (varejo no Brasil).

Google

Google supera Microsoft em audiência, segundo o relatório da comScore relativo a março/2007. O número diz respeito ao número de visitantes únicos em todos os portais/sites de propriedade das marcas: 528 milhões para o Google, contra 527 mi para Microsoft. Em fevereiro, a Microsoft ainda liderava com 507 mi contra 503 mi do Google.

Embora só agora o Google tenha tingido a liderança de audiência de sites, quando o assunto é mecanismo de pesquisa, a busca do Google já tem larga folga na dianteira há muito tempo: sendundo a mesma comScore, o domínio é de 48% do Google, contra distantes 28% do Yahoo e 11% da Microsoft/MSN.

As conquistas do Google refletem outra vitória: de acordo com o artigo de Luciana Schmoeler, Google é considerada a marca mais valiosa do mundo. Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria Millward Brown e pelo jornal Financial Times, o Google foi avaliado em US$66,4 bilhões, deixando para trás General Electric em US$61,9 bi, a Microsoft em US$54,9 bi e a Coca-Cola em US$44,1 bi.

Para saber mais:

Toyota

Toyota supera General Motors (GM) como líder mundial em venda de automóveis.

Para saber mais:

Carrefour

No Brasil, o Carrefour comprou a rede Atacadão e se tornou a maior rede de varejo brasileira, superando Pão de Açúcar e Wal-Mart. No mundo, a rede francesa Carrefour é o segundo maior grupo varejista, atrás apenas do americano Wal-Mart.

Para saber mais:

Lendo o artigo de Tiago Silveira, Nota de falecimento: Firefox 1.5, também fiquei preocupado e triste com a informação de que a comunidade de desenvolvedores do Firefox pretende encerrar as atualizações da geração 1.5.0.x em maio de 2007.

A nota na página de versões anteriores diz (tradução livre):

Firefox 1.5.0.x será mantido com atualizações de segurança e estabilidade até o meio de Maio 2007. Todos os usuários são fortemente encorajados a atualizar para Firefox 2.

É realmente um ciclo de vida muito curto para o Firefox 1.5, cujo lançamento inicial (versão 1.5.0.0) foi em novembro de 2005, ou seja, apenas um ano e meio antes do término anunciado de suporte. Produtos com suporte profissional e dos quais se espera confiabilidade e estabilidade costumam ter um ciclo de vida de versão de três anos ou mais, para garantir o investimento de empresas e usuários que se utilizam e se baseiam no produto.

É também uma decisão incoerente ante ao crescimento do Firefox como navegador preferido entre os usuários de Internet. Estudo recente da comScore sobre Firefox versus Internet Explorer mostra que o Firefox atinge de 8 a 17% da preferência atual, de acordo com o ambiente (corporativo, doméstico, acadêmico). Estes números condizem com outras estatísticas de participação global do Firefox, apontada como 11,7% pela OneStat em jan/2007 e 15,1% pela Net Applications em março. Outras estatísticas chegam a apontar participação do Firefox ainda maior: 31,8% (W3Schools), 26,7% (WebReference), 24% (TheCounter), 21,6% (EWS).

A última atualização lançada do Firefox 1.5 foi a versão 1.5.0.11 em 20 de março, corrigindo uma vulnerabilidade de segurança.

Para saber mais:

Exadel, um provedor de componentes e ferramentas para aplicações Java ricas, havia anunciado em 4 de março seus planos de parceria estratégia com a Red Hat para tornar de código aberto (open source) seus produtos comerciais, através da JBoss.org, sob licença LGPL. Assim, os produtos da Exadel RichFaces e Studio Pro passam a ser JBoss RichFaces e Red Hat Developer Studio, respectivamente.

Red Hat Developer Studio se torna o primeiro IDE basado em Eclipse poderoso e completo para a plataforma Java EE disponível completamente em código aberto. Até então, produtos robustos como IBM Rational Developer Studo, ou MyEclipse e o próprio Exadel Studio, mais acessíveis, eram todos comerciais. A Exadel está oferecendo uma versão de avaliação gratuita estendida do Exadel Studio Pro 4.0, que durará até o lançamento da ferramenta como código aberto pela JBoss/Red Hat.

Bem atrás, uma ferramenta código-aberto que aspirava ser abrangente era o Lomboz, que serviu de base junto com as doações da IBM para o projeto Eclipse Web Tools Platform (WTP). Na carência de ambientes de desenvolvimento e produtivos para a plataforma Java EE, em especial para aplicações web, o IDE livre NetBeans vem ganhando rapidamente destaque por suas ferramentas abrangentes e produtivas para a tecnologia Java. Outra opção é o Oracle JDeveloper 10g, que é gratuito, apesar de não ser livre.

Segundo o portal InfoQ, a ferramenta já existente da JBoss/Red Hat baseada em Eclipse, JBossIDE, deve ser integrada ao projeto mais abrangente Red Hat Developer Studio.

Como parte da parceria com a Red hat, Exadel também acertou migrar seu projeto Ajax4jsf do portal java.net para JBoss.org. Gavin King da Red Hat tem o objetivo de liderar esforços para integrar os três projetos ao JBoss Enterprise Middleware Suite (JEMS).

Desde que adquiriu a JBoss em abril de 2006, Red Hat vem investindo na ampliação do mercado de ferramentas de código aberto para a tecnologia Java. A parceria com a Exadel é mais um grande passo nesse sentido.

Para saber mais:

Seguindo uma dica do grande Felipe Memória (designer e professor) em seu blog ExperiênciaPerfeita.org, conheci a apresentação da Laura Lessa para o Curso de Especialização – Arquitetura de Informação em websites, de Guilhermo Reis, e adorei. Recomendo a todos que gostam de projeto, desenvolvimento e design para web:

Arquitetura de Informação na construção de um portal de notícias“, por Laura Lessa, reproduzido em SlideShare por Samuel Viani (PDF original não mais disponível).

Laura Lessa é Gerente de Arquitetura da Informação da Globo.com. O material disponibilizado por ela apresenta o case de AI do portal de notícias G1.

O meu xará e leitor assíduo Márcio Rodrigues se sensibilizou pelo artigo que postei em 24 de novembro de 2006 sobre o boato envolvendo o “Criança Esperança”, e continuou interessado pelo assunto. Em uma postagem de 25 de março passado no seu blog, ele chamou a atenção para o comunicado que a UNESCO fez com esclarecimentos sobre a campanha Criança Esperança e as calúnias contidas no boato.

É triste ver que boatos como este, que agora se propagam com a velocidade e a abrangência da Internet, possam existir. Criado aparentemente para atingir a Rede Globo, o boato afirma que a emissora teria vantagens no Imposto de Renda com o Criança Esperança, uma mentira que pode acabar prejudicando o apoio e a confiança em uma campanha tão séria e positiva!

Como eu sempre digo, o boato e a fofoca são uma praga, seja ao vivo ou via Internet.

[Atualizado em 25 de novembro 2009, fonte 0.7.0 e novo formato tar.xz]
[Atualizado em 14 de março 2008, fonte 0.6.3a]
Para quem gosta de utilizar as fontes Computer Modern do TeX no Windows — ou mesmo em Unix/Linux e outros sistemas operacionais — com suporte a caracteres acentuados ocidentais (como os da língua portuguesa) e Unicode, foi lançada em 14 de março atualização do pacote Computer Modern Unicode fonts versão 0.6.3a.

Para obtê-las em formato OpenType (OTF), compatível com Windows 2000 e superiores, baixe o pacote correspondente ao arquivo cm-unicode-0.7.0-otf.tar.xz (na versão 0.7.0, existe também uma versão TrueType Font – TTF, única opção para Windows mais antigos como 98/Me).

Passo-a-passo no Windows:

  1. Baixe em Computer Modern Unicode fonts o arquivo: cm-unicode-0.7.0-otf.tar.xz.
  2. Utilizando um programa de que suporte descompactar o formato TAR.XZ — recomendo o gratuito PeaZip (nas versões anteriores, eu recomendava o PowerArchiver ou o gratuito 7-Zip para o formato tar.gz) — descompacte o arquivo cm-unicode-0.7.0-otf.tar.xz. No local descompactado, será criada a pasta cm-unicode-0.7.0.
  3. No Painel de Controle do Windows, escolha a opção Fontes.
  4. Menu: Arquivo » Instalar nova fonte.
  5. Selecione a pasta cm-unicode-0.7.0 gerada pelos pacotes descompactados. Na Lista de fontes devem aparecer as fontes CMU OpenType.
  6. Deixe a opção “Copiar fontes para a pasta Fonts” marcada, escolha “Selecionar tudo” e OK para instalar as fontes.

Possíveis problemas:

  • Em um Windows XP 32-bits e um Vista 64-bits, com o pacote de fontes CMU tanto da versão versão 0.6.3a quanto 0.7.0, não foi possível instalar as seguintes fontes, tendo ocorrido erro reportando formato de fonte inválido: CMU Typewriter Text Variable Width (regular) e Italic. A tentativa de visualizar as fontes dos arquivos correspondentes cmunvt.otf e cmunvi.otf resulta em erro informando que não são arquivos de fonte válidos. Porém, como não são fontes comumente usadas, considero o problema irrelevante.

Para uma introdução ao assunto tratado aqui, sugiro ler meu artigo de setembro de 2006, Fontes para os amantes do TeX.

Rodolfo Fontoura assume presidência da Sun

Por Jordana Viotto e Roberta Prescott
Fonte: IT Web, 13/04/2007

Saída de Cleber Morais, anunciada ontem, acontece oficialmente no dia 25 de abril

Rodolfo Fontoura, que era vice-presidente da Sun para o Brasil, vai assumir a liderança da companhia a partir de 25 de abril, no lugar de Cleber Morais, que está deixando seu posto. O executivo ficou 11 anos na Sun, sendo quase cinco como presidente, e seu destino não foi divulgado.

Jaime Vallés, presidente da companhia para a América Latina, afirmou que Cleber Morais sai no momento em que a Sun Brasil havia atingido “o melhor momento em termos de faturamento e de satisfação com os clientes”. Ele complementou: “A saída de Cleber foi 100% voluntária”.

Formado em engenharia eletrônica, Morais ingressou na Sun em 1996 como diretor-comercial do segmento de finanças, depois de oito anos na IBM e passagens na HP e Itautec. Ele assumiu a presidência no inícios de 2003, no lugar de João Alves, que foi para a vice-presidência de negócios da companhia.

Há um ano, Cleber Morais participou do encontro de Jonathan Schwartz, presidente mundial da companhia, com o presidente Lula. A conversa girou em torno de iniciativas ligadas ao software livre e foi pauta do blog de Schwartz.

Na semana que vem, a companhia promove seu evento Sun Tech Days, voltado a desenvolvedores.

Na hora de preparar minhas apresentações (slides), eu prefiro gerá-las em PDF do que usá-las em formato nativo do Microsoft PowerPoint (PPS), por exemplo. Primeiro porque é mais fácil haver um Acrobat Reader instalado em qualquer computador do que um PowerPoint Viewer, garantindo assim maior compatibilidade. Segundo, porque o formato PDF é muito mais “universal” para se distribuir. E por fim, mas não menos importante, porque o formato PDF garante a correta exibição de fontes e objetos, independente da configuração ou recursos instalados no computador destino.

Além disso, o Acrobat conta igualmente com um modo tela-cheia (full-screen) para apresentações. Só não conta com adereços de transição, que eu particularmente acho cansativos e dispensáveis na maior parte dos casos.

[Atualização] No PowerPoint 2007 (Service Pack 2) e no BrOffice.org, é possível exportar a apresentação diretamente para formato PDF.

No Windows, se você tem o FreePDF instalado ou outra impressora PostScript/PDF para a geração de arquivos PDF, as configurações a seguir gerarão sua apresentação PowerPoint como PDF no tamanho ideal para tela cheia.

No PowerPoint:

  1. Menu: Arquivo » Configurar página
  2. Slides dimensionados para: “Apresentação na tela” (Largura 25,4cm × Altura 19,05cm)
  3. Orientação – Slides: “Paisagem”

No FreePDF (pela impressão do PowerPoint):

  1. Menu: Arquivo » Imprimir
  2. Botão Propriedades
  3. Orientação: “Retrato”
  4. Botão Avançado
  5. Papel/Saída » Tamanho do papel: “Tamanho de página personalizada PostScript”
  6. Editar tamanho: Largura 190.50 × Altura 254.00, Unidade: “Milímetro”

Na hora de apresentar, coloque o Acrobat Reader em modo tela-cheia: Ctrl+L

Minha página de referências sobre Gestão, com enfoque em gestão de TI, recebeu a adição de um novo tópico na seção de Gestão Estratégica e Corporativa: Performance Prism – Prisma de Desempenho.

Performance Prism é uma nova medida de desempenho e ferramenta de gerenciamento estratégico, desenvolvida na Cranfield School of Management, Inglaterra. Seu modelo tem sido considerado uma nova geração para o gerenciamento estratégico, quando comparado ao Balanced Scorecard (BSC).

O Performance Prism leva em conta não só acionistas e clientes (como no BSC), mas todos os stakeholders (mantenedores) chave: investidores, acionistas, clientes, empregados, fornecedores, agentes reguladores, comunidade. Além disso, rompe o paradigma de que o sistema de medição deriva unicamente da estratégia. De forma inovadora, o Performance Prism se fundamenta em considerar o que realmente querem os stakeholders (seus desejos e necessidades) e quais contribuições eles podem trazer para a organização. Dessas bases advém Estratégias, Processos e Capacidades.

Performance Prism foi tema do artigo de Luís Augusto Lobão Mendes, professor da Fundação Dom Cabral, na revista Mundo PM de fevereiro-março 2007, que comentei aqui em 25 de fevereiro.

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